“Emil Cioran e Albert Cossery, entre a dor e a alegria de existir”: entrevista com Belén Nava Valdés (UAEMéx)

Com Cioran descobri que havia uma outra forma de “fazer filosofia”. Mais do que ler um pensador, aproximo-me de Cioran numa tentativa, sempre interminável, de autocompreensão.Belén N. Valdés Belén Nava Valdés é formada em Filosofia e Antropologia Social pela Universidad Autónoma del Estado de México (UAEMéx). Leciona no Instituto Politécnico Nacional (IPN). É mestranda em… Continue lendo “Emil Cioran e Albert Cossery, entre a dor e a alegria de existir”: entrevista com Belén Nava Valdés (UAEMéx)

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“Disciplina da atonia” – CIORAN

COMO CERA sob o calor do sol, derreto-me durante o dia e solidifico-me à noite, alternância que me decompõe e me restitui a mim mesmo, metamorfose na inércia e na preguiça... Aqui devia acabar tudo o que li e soube, é este o termo de minhas vigílias? A preguiça embotou meus entusiasmos, enfraqueceu meus apetites,… Continue lendo “Disciplina da atonia” – CIORAN

“A preguiça e a melancolia” – Oswaldo GIACOIA JR.

https://www.youtube.com/watch?v=UK49cyajj24 Nesta série do Café Filosófico que fala dos 7 pecados capitais, chegou a hora de entender a preguiça. Por que a preguiça é pecado? Porque é vergonhosa? Se a preguiça ofende a moral ocidental apoiada na produtividade, no fazer, preguiça também é fruto da necessidade humana, de entorpecimento diante da ferida da existência, diante… Continue lendo “A preguiça e a melancolia” – Oswaldo GIACOIA JR.

“Os malefícios da coragem e do medo” – CIORAN

Ter medo é pensar continuamente em si mesmo e não poder imaginar um curso objetivo das coisas. A sensação do terrível, a sensação de que tudo acontece contra nós, supõe um mundo concebido sem perigos indiferentes. O medroso – vítima de uma subjetividade exagerada – julga-se, muito mais do que o resto dos humanos, o… Continue lendo “Os malefícios da coragem e do medo” – CIORAN

“Como não pagar as dívidas” (Charles Baudelaire)

A Caroline e Jacques Aupick [Lyon], 25 de fevereiro de 1834 Papai e mamãe, Eu escrevo a vocês para convencê-los de que ainda existe esperança demover-me do estado que tanto lhes causa descontentamento. Sei que de imediato mamãe dirá: não o creio mais; e sei que papai dirá a mesma coisa, mas não desanimo. Vocês… Continue lendo “Como não pagar as dívidas” (Charles Baudelaire)