“O princĂ­pio de incerteza” – ClĂ©ment ROSSET

“A necessidade de uma fĂ© forte nĂŁo Ă© prova de fĂ© forte, Ă©, isso sim, o contrĂĄrio. Se alguĂ©m tem essa fĂ©, pode permitir-se o luxo do ceticismo.”Nietzsche, O CrepĂșsculo dos Ă­dolos Montaigne sugere, em uma passagem da Apologia de Raimond Sebond, uma definição da verdade filosĂłfica tĂŁo desconcertante quanto pertinente: “Duvido que Epicuro, PlatĂŁo… Continue lendo “O princĂ­pio de incerteza” – ClĂ©ment ROSSET

“O princĂ­pio de realidade suficiente” (ClĂ©ment Rosset)

Toda filosofia Ă© uma teoria do real, isto Ă©, conforme a etimologia grega da palavra teoria, o resultado de um olhar sobre as coisas: olhar ao mesmo tempo criativo e interpretativo que pretende, Ă  sua maneira e segundo seus meios prĂłprios, dar conta de um objeto ou de um conjunto de objetos dados. Este compte-rendu… Continue lendo “O princĂ­pio de realidade suficiente” (ClĂ©ment Rosset)

“O PrincĂ­pio de Crueldade” – ClĂ©ment ROSSET

IntĂ©rprete do pensamento trĂĄgico, ClĂ©ment Rosset defende a idĂ©ia de que toda realidade Ă© cruel. Essa â€œĂ©tica da crueldade” se baseia em dois princĂ­pios que sĂŁo o objeto principal deste livro. O primeiro, o princĂ­pio de realidade suficiente: o real basta e dele nada escapa, posto que Ă© real. Cabe aos homens se contentar e… Continue lendo “O PrincĂ­pio de Crueldade” – ClĂ©ment ROSSET