“Emil Michel Cioran: El Drama de la Caída en el Tiempo (la nostalgia del paraíso perdido)” – José Luis Álvarez LOPEZTELLO

¿No habéis advertido una imagen de pureza en la mirada sin percepción, en la mirada que refleja y refracta, una imagen purificada de objetos? ¿No os habéis fijado nunca en la mirada de los patitos y habéis visto unos ojos donde el cielo es cielo, el agua agua y la hoja hoja? El cielo ha… Continue lendo “Emil Michel Cioran: El Drama de la Caída en el Tiempo (la nostalgia del paraíso perdido)” – José Luis Álvarez LOPEZTELLO

“Como a política é uma questão de logos” [1/2] – Barbara CASSIN

O paradoxo começa a se explicar quando aceitamos regredir, para aquém de nossas antíteses modernas (democracia/conservadorismo, revolução/reação), à própria constituição da polis que marca o "milagre grego" do século V. Polis, logos, sofística: o caráter eminentemente político da sofística é, antes de tudo, um questão de logos, termo em que o grego liga, como se… Continue lendo “Como a política é uma questão de logos” [1/2] – Barbara CASSIN

“Do Conhecimento Religioso: sobre um texto de juventude e sua repercussão na obra posterior” – Rodrigo Inácio R. SÁ MENEZES

Além de um sentimento fundamental da existência, a categoria do religioso designa também um tipo especial de conhecimento, aquele que mais importa para Cioran. Num artigo publicado na Revista Teologică (1932), "A estrutura do conhecimento religioso", o jovem estudante de filosofia na Universidade de Bucareste faz a crítica do racionalismo e afirma a “preeminência do… Continue lendo “Do Conhecimento Religioso: sobre um texto de juventude e sua repercussão na obra posterior” – Rodrigo Inácio R. SÁ MENEZES

Eros, beleza e pensamento musical: O Livro das Ilusões, de Emil Cioran

Que ninguém esqueça: Que só o Eros pode preencher uma vida; o conhecimento nunca. Unicamente o Eros lhe dá um conteúdo; o conhecimento é infinitude oca; para pensar sempre há tempo; a vida tem seu tempo; nenhum pensamento vem demasiado tarde; todo desejo pode converter-se em pesar. * A impossibilidade de crer nos substitutos da… Continue lendo Eros, beleza e pensamento musical: O Livro das Ilusões, de Emil Cioran

“El concepto de libertad en Cioran” (Juan Pablo Guamanga)

via EL CONCEPTO DE LIBERTAD EN CIORAN, in MÁQUINAS ABSTRATAS / EXTRAMUROS, agosto 11, 2010

“Prometeu desacorrentado – a responsabilidade pelos viventes vindouros na filosofia de Hans Jonas (1903 – 1993)” (Eduardo Carli de Moraes)

A CASA DE VIDRO

PROMETEU DESACORRENTADO

A responsabilidade pelos viventes vindouros na filosofia de Hans Jonas (1903 – 1993). Comentários sobre “O Princípio Responsabilidade – Ensaio de uma Ética para a Civilização Tecnológica” [Wikipedia]

por Eduardo Carli de Moraes / A Casa de Vidro.com

Conta a lenda que Prometeu, após ter roubado o fogo do Olimpo para presenteá-lo aos mortais, foi punido por um Zeus furibundo e vingativo. Os suplícios que Zeus aplica a seus desafetos são um manual prático de crueldade e sadismo – que o digam Sísifo, Tântalo, Íxion e as Danaides – e com Prometeu, o ladrão do fogo, a fúria divina também se manifesta em todo o esplendor de sua violência. O titã transgressor é acorrentado por Hefesto a uma rocha, para em seguida ser submetido a uma tortura infinda: uma águia almoça todos os dias o seu fígado, em carne viva, e a cada novo dia o fígado…

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“O arquiteto das cavernas” (E.M. Cioran)

A teologia, a moral, a história e a experiência de cada dia nos ensinam que para alcançar o equilíbrio não há uma infinidade de segredos; há apenas um: submeter-se: “Aceitem um jugo, nos repetem, e serão felizes; sejam algo, e estarão livres de suas penas.” Realmente, tudo é ofício neste mundo: profissionais do tempo, funcionários… Continue lendo “O arquiteto das cavernas” (E.M. Cioran)

O anti-Prometeu: Cioran, crítico do progresso e da civilização

Transformando-nos em frenéticos, o cristianismo nos preparava, apesar de si mesmo, a engendrar uma civilização da qual ele mesmo é a vítima: por acaso não criou em nós demasiadas necessidades, demasiadas exigências? Necessidades e exigências interiores a princípio, que se degradariam e se tornariam exteriores, assim como o fervor de que emanavam tantas orações suspendidas… Continue lendo O anti-Prometeu: Cioran, crítico do progresso e da civilização