Ceticismo, fragmento e lucidez: “Emil Cioran. A Filosofia como Desfascinação e a Escritura como Terapia”, de Vincenzo Fiore [pt. 4] (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

A ideia do suicídio e a escritura filosófica como auto-análise Perguntam-me: “Você está trabalhando? – Sim, num artigo sobre o suicídio.” – Minha resposta tira das pessoas a vontade de saber mais.[1] Trata-se, por fim, do último desafio da lucidez: a permanência e a perseverança na vida quando esta é entendida como um “estado de… Continue lendo Ceticismo, fragmento e lucidez: “Emil Cioran. A Filosofia como Desfascinação e a Escritura como Terapia”, de Vincenzo Fiore [pt. 4] (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Trágico e silêncio” (Clément Rosset)

UM FILÓSOFO POUCO SUSPEITO de complacência para com o pensamento trágico, Jules Monnerot, reconhecia recentemente no fantasma do ''alhures" uma negação fundamental da tragédia: "Não há de uma parte o homem, e de outra parte forças exteriores ao homem, às quais ele também seria exterior. As forças 'exteriores', 'cósmicas', 'naturais' estão também em nós, (… Continue lendo “Trágico e silêncio” (Clément Rosset)

“O caos, o acaso e o trágico” – Jassanan Amoroso Dias PASTORE

IDE, São Paulo, vol. 35, no. 54, jul. 2012 RESUMO: O trabalho discute a concepção de caos, de acaso e de trágico desde a Antiguidade Grega, passando pela filosofia trágica, até chegar à psicanálise. Palavras-chave: Caos, Acaso, Tragédia grega, Trágico, Filosofia trágica, Psicanálise. ABSTRACT: This paper considers the concept of chaos, hazard and tragic, from the Ancient Greece, passing through the… Continue lendo “O caos, o acaso e o trágico” – Jassanan Amoroso Dias PASTORE