“Modernidade/Pós-Modernidade: variações niilistas em torno ao suicídio” – Fernando Rey PUENTE

Na esteira de Schopenhauer, podemos mencionar o pouco conhecido filósofo alemão Phillip Mailânder, que viveu no século XIX e antecipou em muitos aspectos um outro pensador extemporâneo desse século, este, contudo, muito célebre, a saber, Friedrich Nietzsche. Ambos, de certa forma, anunciaram em linhas gerais o que viria a ser a posição dominante no século… Continue lendo “Modernidade/Pós-Modernidade: variações niilistas em torno ao suicídio” – Fernando Rey PUENTE

“Encontros com o suicídio” – CIORAN

O texto: Seleção de aforismos de “Rencontres avec le suicide”, um dos capítulos de Le mauvais démiurge (1969), de E. M. Cioran. Trata-se de ruminações, variações sobre a questão capital, muitas das quais vacilações em torno do suicídio, cuja ideia é priorizada em detrimento de sua realização. São “encontros e desencontros” com o suicídio que, levando a compreender… Continue lendo “Encontros com o suicídio” – CIORAN

Revista (n.t.) Nota do Tradutor #23: edição especial ilustrada com 29 traduções, incluindo aforismos inéditos de Cioran

O nº 23 da revista (n.t.) Nota do Tradutor, que acaba de sair, é a segunda edição especial em mais de uma década de projeto. Desta vez, tematizamos o fenômeno do suicídio. Ao reunir 29 autores estrangeiros, em 15 idiomas diferentes, este número é uma espécie de Suicidário que contempla os mais variados pontos de… Continue lendo Revista (n.t.) Nota do Tradutor #23: edição especial ilustrada com 29 traduções, incluindo aforismos inéditos de Cioran

“Literatura e suicídio: alguns operadores de leitura” – Willian ANDRÉ

Acta Scientiarum. Language and Culture, v. 40(2), 2018. RESUMO. O objetivo deste artigo é oferecer alguns possíveis operadores de leitura para o desenvolvimento de análises sobre a questão do suicídio na literatura. A proposta parte da constatação de que, apesar de o autoaniquilamento ser um tema recorrente em manifestações literárias das mais diversas épocas, parecemos… Continue lendo “Literatura e suicídio: alguns operadores de leitura” – Willian ANDRÉ

Resenha: “Le Mauvais Démiurge” (1969), de Emil Cioran – Rodrigo MENEZES

A liberdade é, para mim, o direito de ser herético. Eu não poderia viver num estado no qual vigora uma filosofia oficial; porque sou, por temperamento, um herético, e por isso mesmo um apóstata. A liberdade representa para mim não apenas a possibilidade de pensar diferentemente em relação aos outros, mas também de viver as… Continue lendo Resenha: “Le Mauvais Démiurge” (1969), de Emil Cioran – Rodrigo MENEZES