Renúncia: covardia ou heroísmo moderno? (Emil Cioran)

Quando Buda fala de renúncia, é como se nós falássemos do amor. Renunciar com a naturalidade de uma flor que se fecha ao entardecer: esse é o segredo de uma renúncia que não poderemos realizar nunca, porque colocamos demasiada paixão nas negações. Não se tornam positivas todas as negações durante nossos momentos de tensão? Ao… Continue lendo Renúncia: covardia ou heroísmo moderno? (Emil Cioran)

Cioran e a Ética do Sacríficio

Rebentar com todo o ardor apaixonado de nossa alma, vencer toda a resistência e destruir todos os obstáculos que existem no caminho de nossa grande loucura. Estar orgulhosos de nossa absurda e infinita coragem e partir em meio a essa embriaguez de orgulho e de êxtase para os últimos cumes do ser, impulsionados pela sede… Continue lendo Cioran e a Ética do Sacríficio

“Para os mais sós” (Emil Cioran)

PARA OS MAIS SÓS. Me dirijo a vós, a todos os que conheceis até onde pode chegar a solidão do homem, até onde a tristeza de ser pode obscurecer a vida e o tremor do ser sacudir este mundo. E o faço mais para unir nossas solidões do que para saber o que eu também estou… Continue lendo “Para os mais sós” (Emil Cioran)