“Hans Jonas e o niilismo gnĂłstico: a mais radical rebeliĂŁo contra a physis” – Thiago VASCONCELOS

KĂ­nesis - Revista de Estudos dos PĂłs-Graduandos em Filosofia da UNESP MarĂ­lia, vol. 10, n. 25 (2018). Resumo: Este trabalho tem como objetivo analisar os estudos de Hans Jonas sobre os movimentos gnĂłsticos e a formulação do princĂ­pio gnĂłstico que busca captar o elemento principal da pluralidade de vozes presentes no gnosticismo, a saber, o… Continue lendo “Hans Jonas e o niilismo gnĂłstico: a mais radical rebeliĂŁo contra a physis” – Thiago VASCONCELOS

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“Os deicĂ­dios” – CAMUS

A justiça, a razĂŁo, a verdade brilhavam ainda no cĂ©u jacobino; essas estrelas fixas podiam ao menos servir de pontos de referĂȘncia. Os pensadores alemĂŁes do sĂ©culo XIX, particularmente Hegel, quiseram continuar a obra da revolução francesa,1 ao suprimirem as causas de seu malogro. Hegel acreditou discernir que o Terror estava de antemĂŁo contido na… Continue lendo “Os deicĂ­dios” – CAMUS

“O Niilista do SĂ©culo” – Rodrigo MENEZES

SĂŁo muitas as anĂĄlises, das superficiais Ă s mais elaboradas, que inscrevem a obra de Cioran sob o signo do niilismo. Um dos capĂ­tulos do livro de Franco Volpi, O Niilismo, Ă© dedicado a Cioran e Bataille conjuntamente.[1] Ioan P. Culianu, historiador das religiĂ”es romeno, segue a mesma linha interpretativa de Volpi, atribuindo a Cioran um… Continue lendo “O Niilista do SĂ©culo” – Rodrigo MENEZES

“MisĂ©ria eterna da humanidade, eterna revolta metafĂ­sica” – CIORAN

Frente Ă  misĂ©ria, tenho vergonha atĂ© da existĂȘncia da mĂșsica. A injustiça constitui a essĂȘncia da vida social. Como aderir, sabendo disso, a qualquer doutrina?CIORAN, Nos Cumes do Desespero (1934) Convencido de que a misĂ©ria estĂĄ intimamente ligada Ă  existĂȘncia, nĂŁo posso aderir a nenhuma doutrina humanitĂĄria. Elas me parecem, em sua totalidade, igualmente ilusĂłrias… Continue lendo “MisĂ©ria eterna da humanidade, eterna revolta metafĂ­sica” – CIORAN

“Niilismo e histĂłria” – Albert CAMUS

Cento e cinquenta anos de revolta metafĂ­sica e de niilismo viram retornar com obstinação, sob diferentes disfarces, o mesmo rosto devastado, o do protesto humano. Todos, erguidos contra a condição humana e seu criador, afirmaram a solidĂŁo da criatura, o nada de qualquer moral. Mas, ao mesmo tempo, todos procuraram construir um reino puramente terrestre… Continue lendo “Niilismo e histĂłria” – Albert CAMUS

“A recusa da salvação” – Albert CAMUS

Se o revoltado romĂąntico exalta o indivĂ­duo e o mal, nĂŁo toma por isso mesmo o partido dos homens, mas apenas o prĂłprio partido. O dandismo Ă© sempre e em qualquer de suas formas um dandismo em relação a Deus. Na qualidade de criatura, o indivĂ­duo sĂł pode opor-se ao criador. Ele tem necessidade de… Continue lendo “A recusa da salvação” – Albert CAMUS

“A revolta dos dĂąndis” – Albert CAMUS

Mas ainda Ă© a hora dos homens de letras. O romantismo, com sua revolta luciferina, sĂł servirĂĄ realmente Ă s aventuras da imaginação. Como Sade, ele se separarĂĄ da revolta da antiguidade pela preferĂȘncia dada ao mal e ao indivĂ­duo. Ao ressaltar seus poderes de desafio e de recusa, a revolta nesse estĂĄgio esquece seu conteĂșdo… Continue lendo “A revolta dos dĂąndis” – Albert CAMUS

“A revolta metafĂ­sica” – Albert CAMUS

A revolta metafĂ­sica Ă© o movimento pelo qual um homem se insurge contra a sua condição e contra a criação. Ela Ă© metafĂ­sica porque contesta os fins do homem e da criação. O escravo protesta contra tal condição no interior de seu estado de escravidĂŁo; o revoltado metafĂ­sico, contra sua condição na qualidade de homem.… Continue lendo “A revolta metafĂ­sica” – Albert CAMUS