Influência como Dis-Astrum, Melancolia e “Inferno Astral”

Não há fim para a “influência”, palavra que Shakespeare usou em dois sentidos diferentes mas relacionados. Pouco antes da segunda entrada do Espectro, na primeira cena de Hamlet, o erudito Horatio evoca o mundo de Júlio César de Shakespeare, onde: Pouco antes de tombar o poderosíssimo Júlio,As tumbas estavam desabitadas e os cadáveres amortalhadosGuinchavam e… Continue lendo Influência como Dis-Astrum, Melancolia e “Inferno Astral”

Colóquio “Emil Cioran, pensador incontornável do século XX”

Decorrerá no próximo dia 11 de outubro, a partir das 18h30, no El Corte Inglés de Lisboa, e terá como convidados os professores Ciprian Valcan da Universidade "Tibiscus" de Timisoara, Ricardo Gil Soeiro e Paulo Borges da Universidade de Lisboa. O Colóquio "Emil Cioran, pensador incontornável do século XX" é o segundo projeto da série… Continue lendo Colóquio “Emil Cioran, pensador incontornável do século XX”

Colóquio “Emil Cioran, pensador incontornável do século XX”

Lisboa, 11 de outubro de 2019 El Corte Inglés Sala Âmbito Cultural, Piso 6 Programação 18h30-18h40 – Sessão inaugural: - Tânia Pires, Comunicação e Meios, El Corte Inglés - Daniel Nicolescu, Director do Instituto Cultural Romeno em Lisboa 18h40-19h10 – Paulo Borges - Saudade e nostalgia do absoluto em Fernando Pessoa e Emil Cioran 19h10-19h15… Continue lendo Colóquio “Emil Cioran, pensador incontornável do século XX”

Ceticismo, fragmento e lucidez: “Emil Cioran. A Filosofia como Desfascinação e a Escritura como Terapia”, de Vincenzo Fiore [pt. 4] (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

A ideia do suicídio e a escritura filosófica como auto-análise Perguntam-me: “Você está trabalhando? – Sim, num artigo sobre o suicídio.” – Minha resposta tira das pessoas a vontade de saber mais.[1] Trata-se, por fim, do último desafio da lucidez: a permanência e a perseverança na vida quando esta é entendida como um “estado de… Continue lendo Ceticismo, fragmento e lucidez: “Emil Cioran. A Filosofia como Desfascinação e a Escritura como Terapia”, de Vincenzo Fiore [pt. 4] (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Sobre desastres, escritura fragmentária e outras volúpias: «Notas Soltas para Cioran», de Ricardo Gil Soeiro” – Rodrigo MENEZES

RESENHA DE: Volúpia do Desastre: Notas Soltas para Ciorande Ricardo Gil Soeiro Existe um ponto de vista desde o qual o discurso pedagógico é impossível. O que se consegue ver deste ponto cego do espírito – que aqui chamaremos lucidez –, mais que dizer, apaga o dito; nega inclusive quando afirma – a sua forma… Continue lendo “Sobre desastres, escritura fragmentária e outras volúpias: «Notas Soltas para Cioran», de Ricardo Gil Soeiro” – Rodrigo MENEZES

«La Voluttà del Disastro: Note Sciolte per Cioran». Intervista con Ricardo GIL SOEIRO

ORIZZONTI CULTURALI ITALO-ROMENI - Rivista Interculturale Bilingue, anno IX, febbraio 2019 «L’ESISTENZA, per Cioran, oscilla sempre in questa delicata tensione tra, da un lato, l’assumersi come tragedia incommensurabile e, dall’altro, l’essere messa in prospettiva come una lieve noia, come un tedio che deve essere sopportato…  Ad ogni modo, si tratta sempre (come nel caso di… Continue lendo «La Voluttà del Disastro: Note Sciolte per Cioran». Intervista con Ricardo GIL SOEIRO

Escritas do desastre e outras volúpias: entrevista com Ricardo Gil Soeiro, autor de “Notas Soltas para Cioran” (Labirinto, Portugal, 2019)

Ricardo Gil Soeiro é poeta e ensaísta. Doutorado em Estudos Literários pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde é investigador do Centro de Estudos Comparatistas, desenvolve pesquisa sobre literatura comparada, teoria da literatura e estudos pós-humanistas. Organizou e traduziu o volume As Artes do Sentido, de George Steiner (Relógio D’Água, 2017), traduziu Confissões… Continue lendo Escritas do desastre e outras volúpias: entrevista com Ricardo Gil Soeiro, autor de “Notas Soltas para Cioran” (Labirinto, Portugal, 2019)