Cioran, o Nada e o Niilismo: Histórias coextensivas – Rodrigo MENEZES

“Que lástima que o nada tenha sido desvalorizado pelo abuso de filósofos indignos dele!”[1]CIORAN Numa entrevista em alemão, Cioran diz: “Não sou niilista: o nada é ainda um programa”,[2] pretendendo assim desvencilhar-se dessa etiqueta, tão frequentemente grudada nele. Cioran cultivou a inação, e viveu na recusa de todo programa: "por acaso respirar não é um?"… Continue lendo Cioran, o Nada e o Niilismo: Histórias coextensivas – Rodrigo MENEZES

“A Epokhé cética e seus pressupostos” – Roberto BOLZANI FILHO

SKÉPSIS, ano II, nº 3-4, 2008 O que segue é uma tentativa de vislumbrar e clarificar algum espaço para uma postura crítica perante o ceticismo. Antes de qualquer coisa, faz-se necessário esclarecer em que sentido tal idéia de crítica é pensada aqui. Parece haver ao menos duas vias de crítica ao ceticismo que podem ser… Continue lendo “A Epokhé cética e seus pressupostos” – Roberto BOLZANI FILHO

“Acadêmicos versus pirrônicos” – Roberto BOLZANI FILHO

Sképsis, ano IV, n. 7, 2011 Uma das questões que mais têm interessado aos historiadores modernos e contemporâneos do ceticismo antigo é aquela que concerne às diferenças entre as duas tradicionais correntes céticas, denominadas acadêmica e pirrônica. Interesse plenamente justificado, pois se trata, na verdade, de questão clássica, posta já pelos antigos, como nos informam… Continue lendo “Acadêmicos versus pirrônicos” – Roberto BOLZANI FILHO

VIII Colóquio As Margens da Filosofia: “Ceticismo e moral: um diálogo entre Sexto Empírico, Montaigne e Cioran”

As Margens da Filosofia chegam à sua oitava e última edição. Começaram em 2005, um pouco tímidas, tão lúdicas e despretensiosas que foram inicialmente intituladas de "minicolóquio". Elas surgiram, na verdade, da necessidade de alguns pesquisadores da casa exporem publicamente as suas pesquisas de gaveta, aquelas sobre pensadores, correntes, obras e temas que não foram… Continue lendo VIII Colóquio As Margens da Filosofia: “Ceticismo e moral: um diálogo entre Sexto Empírico, Montaigne e Cioran”