Camus’s The Plague: Nazism and Metaphysical Evil (Susan Neiman)

A night watchman makes a brief appearance in Camus’s novel The Plague. The man never failed to remind everyone he met that he’d foreseen what was happening. Tarrou agreed he’d predicted a disaster, but reminded him that the event predicted by him was an earthquake. To which the old fellow replied: “Ah, if only it… Continue lendo Camus’s The Plague: Nazism and Metaphysical Evil (Susan Neiman)

Publicidade

“Jeff Koons e a estĂ©tica do liso” – Byung-Chul HAN

O liso Ă© a marca do presente. É ele que conecta as esculturas de Jeff Koons, iPhones e a depilação Ă  brasileira, como Ă© conhecida a depilação total na Europa. Por que achamos belo, nos dias de hoje, o liso? AlĂ©m do efeito estĂ©tico, nele se reflete um imperativo social universal. Ele corporifica a sociedade… Continue lendo “Jeff Koons e a estĂ©tica do liso” – Byung-Chul HAN

“Cioran entre filosofia e poesia: ambivalĂȘncia, hibridismo, temeridade” – Rodrigo MENEZES

"JĂĄ que tudo o que se concebeu e empreendeu desde AdĂŁo Ă© ou suspeito ou perigoso ou inĂștil, que fazer? Dessolidarizar-se da espĂ©cie? Seria esquecer que nunca se Ă© tĂŁo humano como quando se lamenta sĂȘ-lo."CIORAN, La chute dans le temps O "pecado original" de Cioran Ă© ser demasiado filĂłsofo, demasiado pensador, sem ser estritamente… Continue lendo “Cioran entre filosofia e poesia: ambivalĂȘncia, hibridismo, temeridade” – Rodrigo MENEZES

“O risco totalitĂĄrio entre a lĂ­ngua e a linguagem” – Roland BARTHES

A linguagem Ă© legislação, a lĂ­ngua Ă© seu cĂłdigo. NĂŁo vemos o poder que reside na lĂ­ngua, porque esquecemos que toda lĂ­ngua Ă© uma classificação, e que toda classificação Ă© opressiva: ordo quer dizer, ao mesmo tempo, repartição e cominação. JĂĄkobson mostrou que um idioma se define menos pelo que ele permite dizer, do que… Continue lendo “O risco totalitĂĄrio entre a lĂ­ngua e a linguagem” – Roland BARTHES

“Tudo mais Ă© literatura” – Barbara CASSIN

Atualmente, sĂł se pode ser incompleto e alusivo; no melhor dos casos, programĂĄtico. Com o triunfo da retĂłrica sofĂ­stica, entramos, de fato, em literatura. Como escrever fora dos dois grandes gĂȘneros patenteados - quando nĂŁo se Ă© nem poeta nem filĂłsofo? Uma inventividade exuberante e lĂĄbil se desdobra em mais de dois sĂ©culos, nessa AntigĂŒidade… Continue lendo “Tudo mais Ă© literatura” – Barbara CASSIN

“No tempo dos grandes mamĂ­feros fĂłsseis” – Welington ANDRADE

Revista Cult, 7 de maio de 2016 “Quando sinto que vou vomitar um coelhinho, enfio dois dedos na boca como um alicate aberto e espero atĂ© sentir na garganta a penugem morna que sobe como uma efervescĂȘncia de sal de frutas. Tudo Ă© veloz e higiĂȘnico, transcorre num instante brevĂ­ssimo”.Julio CortĂĄzar, Carta a uma senhorita… Continue lendo “No tempo dos grandes mamĂ­feros fĂłsseis” – Welington ANDRADE

Escritas do desastre e outras volĂșpias: entrevista com Ricardo Gil Soeiro, autor de “Notas Soltas para Cioran” (Labirinto, Portugal, 2019)

Ricardo Gil Soeiro Ă© poeta e ensaĂ­sta. Doutorado em Estudos LiterĂĄrios pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde Ă© investigador do Centro de Estudos Comparatistas, desenvolve pesquisa sobre literatura comparada, teoria da literatura e estudos pĂłs-humanistas. Organizou e traduziu o volume As Artes do Sentido, de George Steiner (RelĂłgio D’Água, 2017), traduziu ConfissĂ”es… Continue lendo Escritas do desastre e outras volĂșpias: entrevista com Ricardo Gil Soeiro, autor de “Notas Soltas para Cioran” (Labirinto, Portugal, 2019)

“El Cuaderno de Talamanca, de E.M. Cioran” (Luis Antonio de Villena)

El Cultural, 14/11/2002 Lo extraño serĂĄ saber por quĂ© este Cuaderno de Talamanca se quedĂł fuera de los Cuadernos que Cioran iba escribiendo a lo largo de su vida, y cuyo conjunto de anotaciones no difiere demasiado (salvo quizĂĄ por ser mĂĄs espontĂĄneo) del total de la obra cioranesca, que propende al fragmento o al texto breve aunque apretado,… Continue lendo “El Cuaderno de Talamanca, de E.M. Cioran” (Luis Antonio de Villena)

“Le fragment comme rĂ©surgence de l’acĂ©die chez Cioran” (Lauralie Chatelet)

Cahiers ERTA, 2017, NumĂ©ro 11 (« AcĂ©die / Honte, malaise, inquiĂ©tude, ressentiment »). Lauralie Chatelet prĂ©pare une thĂšse depuis 2014 en littĂ©rature Ă  l'universitĂ© Jean Moulin (Lyon III). Elle a prĂ©sentĂ© un mĂ©moire sur « La NĂ©gation comme moteur de l'Ă©criture chez Cioran » en 2012 Ă  l'universitĂ© Stendhal (Grenoble III). Elle travaille actuellement sous la… Continue lendo “Le fragment comme rĂ©surgence de l’acĂ©die chez Cioran” (Lauralie Chatelet)

“Cioran: style et Ă©criture” (Irina Mavrodin)

Cahiers Emil Cioran - Approches Critiques ("Cioran vu par ses contemporains"); Textes reunis par Eugene Van Itterbeek; Editura Universitatii "Lucian Blaga" Sibiu; Editions Les Sept Dormants, Leuven 1998, p. 15-19. L'idĂ©e de cet essai m'est venue tout naturellement a partir de l'un des clichĂ©s les plus usĂ©s (et Ă  la fois les plus fondateurs d'une… Continue lendo “Cioran: style et Ă©criture” (Irina Mavrodin)