“Cioran y el Romanticismo” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Texto presentado en las Jornadas Filosóficas Cioran ( noviembre 2020), en homenaje a los 25 años del filósofo rumano (1911-1995). 1. Introducción  Me gustaría hacer un breve ejercicio hermenéutico en torno a Cioran: pensar la herencia romántica del pensador rumano, el fondo romántico de su pensamiento y de su obra, su romanticismo, en suma, lo… Continue lendo “Cioran y el Romanticismo” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Cioran e o Romantismo: espírito, pensamento, expressão” – Rodrigo MENEZES

RESUMO: Trata-se de um exercício hermenêutico em torno da obra e do pensamento de Emil Cioran (1911-1995), no sentido de focalizar o romantismo latente ou manifesto deste pensador romeno consagrado por seus livros franceses: sua herança romântica, o fundus animæ romântico do seu pensamento existencial. Cioran, pensador – e artista – romântico: o que isso… Continue lendo “Cioran e o Romantismo: espírito, pensamento, expressão” – Rodrigo MENEZES

“O amor no século XX: romantismo democrático versus intimismo terapêutico” (Francisco Rüdiger)

Tempo Social, vol. 24, no.2, São Paulo, nov. 2012 RESUMO: O objetivo do artigo é esclarecer de que modo a paulatina legitimação dos padrões de relacionamento romântico ocorrida no século passado - conforme pregados por várias defensoras da reforma dos costumes e promovidos por meios de comunicação em massa - enfrenta a resistência, entre os setores partidários do racionalismo terapêutico,… Continue lendo “O amor no século XX: romantismo democrático versus intimismo terapêutico” (Francisco Rüdiger)

Cioran: Pensador Cantor com uma Alma Perdidamente Musical

"Não se pode eludir a existência com explicações, só se pode suportá-la, amá-la ou odiá-la, adorá-la ou temê-la, nessa alternância de felicidade e de horror que exprime o ritmo mesmo do ser, suas oscilações, suas dissonâncias, suas veemências amargas ou alegres."Breviário de decomposição "Sem o imperialismo do conceito, a música teria substituído a filosofia: teria… Continue lendo Cioran: Pensador Cantor com uma Alma Perdidamente Musical

“A alegria musical” (Clément Rosset)

Levando em conta o papel central que tem a jubilação e a experiência musical, aquela, em Nietzsche, sempre ligada a esta, a credibilidade do pensamento nietzscheano aparece como tributária da credibilidade de uma concepção da música, cujo esboço, em certo sentido, já definitivo, O nascimento da tragédia apresenta. Esta concepção se pode ser resumida em… Continue lendo “A alegria musical” (Clément Rosset)

Diálogos interculturais, Eminescu e Castro Alves, traduções e outros temas: entrevista com Luciano Maia, cônsul honorário da Romênia em Fortaleza

Luciano Maia nasceu na cidade cearense de Limoeiro do Norte, em 1949. Formado em Direito pela Universidade Federal do Ceará e mestre em Literatura Brasileira pela mesma instituição. É autor de mais de vinte livros (poesia, ensaios, contos, traduções): Jaguaribe - memória das águas (1982; traduzido ao romeno, ao espanhol e ao inglês, encontra-se na… Continue lendo Diálogos interculturais, Eminescu e Castro Alves, traduções e outros temas: entrevista com Luciano Maia, cônsul honorário da Romênia em Fortaleza

“Tudo mais é literatura” (Barbara Cassin)

Atualmente, só se pode ser incompleto e alusivo; no melhor dos casos, programático. Com o triunfo da retórica sofística, entramos, de fato, em literatura. Como escrever fora dos dois grandes gêneros patenteados - quando não se é nem poeta nem filósofo? Uma inventividade exuberante e lábil se desdobra em mais de dois séculos, nessa Antigüidade… Continue lendo “Tudo mais é literatura” (Barbara Cassin)

“Mocidade, amor e morte: Eminescu e Castro Alves” (Luciano Maia)

JORNAL DE POESIA Luciano Maia é poeta, lingüista e tradutor. Cônsul Honorário da Romênia em Fortaleza, capital do Estado do Ceará. Mestre em Literatura Brasileira, é professor na Universidade de Fortaleza - UNIFOR e ocupa a cadeira 23 da Academia Cearense de Letras. Os dois poetas de quem falaremos aqui pertencem à estética romântica, um movimento… Continue lendo “Mocidade, amor e morte: Eminescu e Castro Alves” (Luciano Maia)