“No segredo dos moralistas” – E.M. CIORAN

Quando enchemos todo o universo de tristeza, só nos resta, para reavivar o espírito, a alegria, a rara, a fulgurante alegria; e é quando já não esperamos mais que sofremos a fascinação da esperança: a Vida, presente oferecido aos vivos pelos obcecados da morte… Como a direção de nossos pensamentos não é a de nossos… Continue lendo “No segredo dos moralistas” – E.M. CIORAN

“Os defensores de Deus: Leibniz e Pope” (Susan Neiman)

Leibniz escreveu que todos condenam a opinião de Afonso de que o mundo poderia ser melhor. Juntava-se à condenação generalizada e se perguntava por que, apesar dela, o mundo dos filósofos e teólogos continha tantos Afonsos modernos. Pois qualquer um que pense que Deus poderia ter feito o mundo melhor e escolheu não o fazer… Continue lendo “Os defensores de Deus: Leibniz e Pope” (Susan Neiman)

“How different really are atheists and believers?” (Costica Bradatan)

The Washington Post, November 16, 2018 Costica Bradatan is a professor of humanities at Texas Tech University. He is the author, most recently, of “Dying for Ideas: The Dangerous Lives of the Philosophers.” ‘If you want to understand atheism and religion,” writes John Gray in his new book, “Seven Types of Atheism,” “you must forget… Continue lendo “How different really are atheists and believers?” (Costica Bradatan)

“Cioran: a reflection on decadence as a lifestyle” (Angelo Mitchievichi)

DACOROMANIA LITTERARIA, IV, 2017, pp. 12–33 “All’s good if it’s excessive.” Pier Paolo Pasolini, Salò, or the 120 Days of Sodom I, the Decadent The term “decadence” generated ample debate during the nineteenth century among historians, philosophers, scholars and writers. Its derived term, decadentism – coined by the low-profile literary critic Anatole Baju and writ… Continue lendo “Cioran: a reflection on decadence as a lifestyle” (Angelo Mitchievichi)

“Nietzsche e as Artes do Intelecto, de José Thomaz Brum” (Paulo Jonas de Lima Piva)

Argumentos, ano 5, n. 9 - Fortaleza, jan./jun. 2013 Uma resenha sobre um livro pioneiro há tempos esgotado, feita para que ele seja mais do que lembrado, mas reeditado, cabe numa seção de resenhas de uma revista acadêmica de nível respeitável, a princípio destinada apenas para lançamentos? Inovemos se essa quebra de protocolo pode render… Continue lendo “Nietzsche e as Artes do Intelecto, de José Thomaz Brum” (Paulo Jonas de Lima Piva)

“Un caníbal en París” (Rafael Narbona)

El Cultural, España, 08/04/2011 Emile M. Cioran (Rasinari, Tansilvania, 1911-París, 1995) cultivó el desarraigo, el nihilismo, la desesperación y una autocomplaciente megalomanía: “Durante toda mi vida he alimentado la extraordinaria pretensión de ser el hombre más lúcido que he conocido”. Es imposible leer estas líneas y no recordar a Nietzsche, planteándose en Ecce Homo: “Por qué… Continue lendo “Un caníbal en París” (Rafael Narbona)