“Onde o filósofo se mostra um mestre do disfarce” – Costica BRADATAN

O uso peculiar da linguagem — não apenas em Sein und Zeit, mas em todo o seu trabalho — conferiu a Heidegger a reputação de ser, ao mesmo tempo, um dos piores filósofos a ter papel e caneta à mão (caso você dê ouvidos a seus detratores) e um dos maiores mestres da língua alemã… Continue lendo “Onde o filósofo se mostra um mestre do disfarce” – Costica BRADATAN

Niilismo, Existencialismo, Gnose – Franco VOLPI

A obra de Heidegger oferece, com certeza, fundamental contribuição para a análise do niilismo europeu. No entanto, em última instância, ela apresenta um paradoxo singular, que é também o paradoxo de uma parte importante do pensamento contemporâneo. Nela, com efeito, parecem tocar-se e conviver dois extremos incompatíveis: de um lado, um niilismo radical; de outro,… Continue lendo Niilismo, Existencialismo, Gnose – Franco VOLPI

“Heidegger e Cioran leitores de Nietzsche: repercussões da questão do niilismo nos pensamentos do ser e do nada” – Filipe Caldas Oliveira PASSOS

Revista Lampejo, nº 6, 02/2014 FILIPE CALDAS OLIVEIRA PASSOS - Professor do Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE). Resumo: O presente artigo aborda a influência da filosofia de Nietzsche, mais especificamente, da questão do niilismo, nos pensamentos de Heidegger e Cioran, salientando o modo como essa influência contribuiu para a divergência de ambos… Continue lendo “Heidegger e Cioran leitores de Nietzsche: repercussões da questão do niilismo nos pensamentos do ser e do nada” – Filipe Caldas Oliveira PASSOS