Ceticismo, fragmento e lucidez: “Emil Cioran. A Filosofia como Desfascinação e a Escritura como Terapia”, de Vincenzo Fiore [pt. 1] (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

FIORE, Vincenzo. Emil Cioran. La filosofia come de-fascinazione e la scrittura come terapia. Piazza Armerina/Enna: Nulla Die, 2018, 187 pp. A Itália é um dos países mais produtivos, atualmente, no que se refere à fortuna crítica cioraniana. Todo ano são publicados novos estudos, produções acadêmicas e editoriais, além de correspondências epistolares inéditas do próprio Cioran.[1]… Continue lendo Ceticismo, fragmento e lucidez: “Emil Cioran. A Filosofia como Desfascinação e a Escritura como Terapia”, de Vincenzo Fiore [pt. 1] (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Kierkegaard, precursor do “Antifilósofo” cioraniano

O prefácio de O Desespero Humano (1849) é bastante elucidativo da problemática existencial -- e religiosa -- colocada pelo pensamento kierkegaardiano, e também da sua divisa intelectual existencial-religiosa em oposição ao "totalitarismo" racionalista do Espírito absoluto hegeliano. "O professor, o mestre de estudos, o estudante e enfim o filósofo, amador ou formado não ficam na… Continue lendo Kierkegaard, precursor do “Antifilósofo” cioraniano

“As ambiguidades da experiência moderna” (Franklin Leopoldo e Silva)

https://www.youtube.com/watch?v=I2wMQft9I9I A partir da visão hegeliana de modernidade , o professor discute a como é possível pensar a arte e a poesia num mundo sem ideal. Neste cenário, a pergunta que parece se impor é: Como pensar a arte depois de Hegel?

“Trágico e silêncio” (Clément Rosset)

Das três maneiras de filosofar Quando prepara um molho, o cozinheiro dispõe de elementos esparsos, descontínuos, que deve juntar numa substância nova. Dois estados: um inicial, onde os elementos coexistem, sem relação entre si, exceto o acaso (no caso, os cuidados do cozinheiro) que os reuniu em lugares contíguos um ao outro, no interior de… Continue lendo “Trágico e silêncio” (Clément Rosset)

“Emil Cioran e a escritura de si” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Em seu artigo “O ensaio como forma”, Adorno diz que “ainda hoje, elogiar alguém como écrivain é o suficiente para excluir do âmbito acadêmico aquele que está sendo elogiado”.[2] Este parece ser o caso de Emil Cioran, tão frequentemente classificado como um escritor, pura e simplesmente, o que tende a perder de vista o valor… Continue lendo “Emil Cioran e a escritura de si” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“El feliz cumpleaños del cínico” (Juan Terranova)

CIORAN: NOVENTA Y NUEVE AÑOS DE SU NACIMIENTO Émile Cioran nació en Rumania, en el pueblo de Sibiu, que, en ese momento, era parte del Imperio austrohúngaro. Como Ionesco, llegó a militar en algunas organizaciones fascistas de Bucarest antes de la Segunda Guerra, y también como Ionesco, se exilió en Francia y se dio a… Continue lendo “El feliz cumpleaños del cínico” (Juan Terranova)

“The puzzles of aphorism: reading Cioran” (Daria Lebedeva)

Aphorism is a form and a style for philosophizing. Especcially it is a matter of the case for Emile Cioran.The style of writing – aphorism as the main form of the expression of the thought- fits the non-systematic way of philosophizing. It more than other means points the irrelevance to provide one or at least… Continue lendo “The puzzles of aphorism: reading Cioran” (Daria Lebedeva)