“A Ficção CĂ©tica” – Gustavo BERNARDO

Annablume, 2004 Dubito ergo sum, vel quod item est, cogito ergo sum, disse RenĂ© Descartes, mostrando que pensar Ă© a mesma coisa que duvidar. O ensaio A ficção cĂ©tica parte dessa sentença para discutir a presença do ceticismo na literatura, entendendo-o constitutivo e essencial. A discussĂŁo interessa Ă queles que estudam Literatura, Filosofia, HistĂłria e Comunicação, mas tambĂ©m… Continue lendo “A Ficção CĂ©tica” – Gustavo BERNARDO

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“A fraqueza faz a força” (Contardo Calligaris)

Folha de S. Paulo, 4 de fevereiro de 2010 O ideal masculino hoje Ă© o homem corroĂ­do ou, no mĂ­nimo, arranhado por demĂŽnios internos  NA SEMANA passada, escrevi sobre a dilacerante tristeza dos crepĂșsculos. Uma leitora, JĂșlia Hokama, perguntou-me, brincando: "Psicanalistas tambĂ©m sofrem de melancolia?". Bom, em "Uma Mente Inquieta" (WMF Martins Fontes), Kay Redfield… Continue lendo “A fraqueza faz a força” (Contardo Calligaris)

“TrĂĄgico e silĂȘncio” (ClĂ©ment Rosset)

UM FILÓSOFO POUCO SUSPEITO de complacĂȘncia para com o pensamento trĂĄgico, Jules Monnerot, reconhecia recentemente no fantasma do ''alhures" uma negação fundamental da tragĂ©dia: "NĂŁo hĂĄ de uma parte o homem, e de outra parte forças exteriores ao homem, Ă s quais ele tambĂ©m seria exterior. As forças 'exteriores', 'cĂłsmicas', 'naturais' estĂŁo tambĂ©m em nĂłs, (… Continue lendo “TrĂĄgico e silĂȘncio” (ClĂ©ment Rosset)