“Far right, misogynist, humourless? Why Nietzsche is misunderstood” – Sue PRIDEAUX

The Guardian, 6 October 2018 The German philosopher has been adopted by the alt-right, but he hated antisemitism. He has been misappropriated and misread, argues his biographer Friedrich Nietzsche, Karl Marx and Charles Darwin are the great triumvirate of 19th-century thinkers whose ideas still have huge impact today. Nietzsche was philosophy’s supreme iconoclast; his sayings include “God is dead”… Continue lendo “Far right, misogynist, humourless? Why Nietzsche is misunderstood” – Sue PRIDEAUX

O gosto das Ilusões e o gosto da Décadence: Cioran e a lucidez da decepção – Rodrigo MENEZES

Segundo Giovanni Rotiroti, a desilusão de Cioran em relação às suas crenças e esperanças utópicas de outrora começam a despontar antes mesmo do Breviário, em De la France, escrito ainda em romeno (Despre Franţa), na Paris de início da década de 1940, ocupada pelas forças alemãs. Muitas ideias do Précis de décomposition encontram-se enunciadas em… Continue lendo O gosto das Ilusões e o gosto da Décadence: Cioran e a lucidez da decepção – Rodrigo MENEZES

Frederico Nietzsche (Renato Almeida)

Cad. Nietzsche, São Paulo, v.36 n.1, p. 187-195, 2015. Resumo: Artigo publicado no diário carioca A Manhã, em 1944.* Tal como outros editados no mesmo ano, vem a público a propósito da celebração do centenário de nascimento do filósofo. Alegando certo irracionalismo e misticismo na obra de Nietzsche, o autor procura associar sua obra à… Continue lendo Frederico Nietzsche (Renato Almeida)

Schopenhauer, pessimismo filosófico e a recepção brasileira de Cioran: Ciprian Vălcan em diálogo com Flamarion Caldeira Ramos

Entrevista originalmente publicada em ARCA – Revistã lunarã de literaturã, eseu, arte vizuale, muzicã (fondatã în februarie 1990 la Arad), anul XXV, nr. 4-5-6, 2014, e incluída no volume Cioran, un aventurier nemişcat. 30 de interviuri [Cioran, um aventureiro imóvel. 30 entrevistas] (Bucureşti, Editura ALL, 2015), com 30 entrevistas feitas por Ciprian Vălcan com de exegetas de Cioran de todo o mundo, das… Continue lendo Schopenhauer, pessimismo filosófico e a recepção brasileira de Cioran: Ciprian Vălcan em diálogo com Flamarion Caldeira Ramos

“Cioran, un penseur organique” (Andrei Minzetanu)

Revue Littérature, 2015/3 (n° 179), pages 38 à 50 « 12 mars 1959. Il est incroyable à quel point tout, mais absolument tout, et d’abord les idées, émane chez moi de ma physiologie. Mon corps est ma pensée, ou plutôt ma pensée est mon corps ». Cioran (CC, 32) L’épigraphe de mon article illustre bien, par sa… Continue lendo “Cioran, un penseur organique” (Andrei Minzetanu)

“O último dândi”: entrevista de Cioran com Fernando Savater

Paris, outubro de 1990 -- Completará, em breve, oitenta anos, e segue tão vivaz e alerta como sempre. Ninguém menos mórbido do que ele, ninguém menos lúgubre ou fastidiosamente solene. O melhor elogio a ele que me vem à cabeça é que não posso imaginá-lo “professor”: nasceu sem cátedra assim como outros a levam na… Continue lendo “O último dândi”: entrevista de Cioran com Fernando Savater

“Cioran, lecteur de Spengler” (Eugène Van Itterbeek)

CAHIERS EMIL CIORAN. Ed. Universitatii "Lucian Blaga"Sibiu, Editions Les Sept Dormants, Leuven, 2002. Il est difficile de dire avec precision en quelleanee Emil Cioran a lu Der Untergang des Abendlandes d'Oswald Spengler, sans doute au debut des années '30, lorsqu'il fut étudiant en philosophie à l'Université de Bucarest. D'où vient son intérêt pour Spengler ? En… Continue lendo “Cioran, lecteur de Spengler” (Eugène Van Itterbeek)

“Le luxe de la lucidité” (Ciprian Vălcan)

ALKEMIE - Revue semestrielle de littérature et de philosophie, no. 6, décembre 2010, pp 11-26. Abstract: The study looks into the differences between Cioran’s Romanian and French works, with an emphasis on the distinction between the frantic vitalism of youth, dominated by the influences of German philosophy, and the exhausted skepticism of the mature thinker,… Continue lendo “Le luxe de la lucidité” (Ciprian Vălcan)

Entrevista com Renzo Rubinelli: andanças, encontros e a recepção de Cioran na Itália

"Busco fazer uma exegese do pensamento de Cioran que evidencia como o tempo está na raiz de toda a sua reflexão. Para Cioran, Tempo é Destino. A maldição de nossa existência é a de sermos “encarcerados” na linearidade do tempo, que procede de um paradisíaco passado pré-temporal em direção a um destino de morte e… Continue lendo Entrevista com Renzo Rubinelli: andanças, encontros e a recepção de Cioran na Itália

“O amargo saber de Cioran” – José Thomaz BRUM

O Globo, domingo, 10 de fevereiro de 1991 É uma ironia e um estranho acaso o fato de ser publicado um livro de Cioran (“Silogismos da amargura”, editora Rocco, 98 pags. Ainda sem preço) em um momento em que a humanidade — mais uma vez — põe em cena o único personagem imutável de sua… Continue lendo “O amargo saber de Cioran” – José Thomaz BRUM