“Spleen” de Baudelaire – LĂ©o FERRÉ đŸŽ¶

LĂ©o FerrĂ© chante Baudelaire (1967) Ă© um ĂĄlbum do cantautor francĂȘs, com poemas musicados de Baudelaire. FerrĂ© jĂĄ havia lançado ĂĄlbuns dedicados a outros poetas, como Les Chansons d'Aragon (1961), dedicado ao surrealista Louis Aragon, alĂ©m de Verlaine et Rimbaud (1964). LĂ©o FerrĂ© (1916-1993) foi um poeta anarquista, mĂșsico e cantautor francĂȘs. Na mĂșsica, tornou-se conhecido como compositor… Continue lendo “Spleen” de Baudelaire – LĂ©o FERRÉ đŸŽ¶

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“Saturnine Constellations: Melancholy in Literary History and in the Works of Baudelaire and Benjamin” – Kevin GODBOUT

A thesis submitted in partial fulfillment of the requirements for the Doctor of Philosophy degree in Comparative Literature, 2016. Supervisor: Călin Mihăilescu, The University of Western Ontario Abstract: Aristotle famously asked the question: why are extraordinary people so often melancholics? “Problem XXX,” written by Aristotle or one of his disciples, speculates that black bile, the… Continue lendo “Saturnine Constellations: Melancholy in Literary History and in the Works of Baudelaire and Benjamin” – Kevin GODBOUT

“A lição da nostalgia: a invenção de uma doença” – Jean STAROBINSKI

A histĂłria dos sentimentos e das “mentalidades” levanta uma questĂŁo de mĂ©todo, que tem a ver com a relação entre os sentimentos e a linguagem. Os sentimentos cuja histĂłria queremos retraçar sĂł nos sĂŁo acessĂ­veis a partir do momento em que se manifestaram, verbalmente ou por qualquer outro meio expressivo. Para o crĂ­tico, para o… Continue lendo “A lição da nostalgia: a invenção de uma doença” – Jean STAROBINSKI

Cioran e Keats: o imperativo da intensidade e poéticas do grotesco

Segundo o tradutor PĂ©ricles EugĂȘnio da Silva Ramos, o princĂ­pio da intensidade desempenha um papel fundamental na poĂ©tica de John Keats (1795-1821). Em 21 de dezembro de 1817, o poeta inglĂȘs escreveria, em carta ao irmĂŁo George, que "a excelĂȘncia de toda arte estĂĄ em sua intensidade, capaz de fazer o desagradĂĄvel ('all desagreeables') evaporar… Continue lendo Cioran e Keats: o imperativo da intensidade e poĂ©ticas do grotesco

“Tempo sem experiĂȘncia” – OlgĂĄria MATOS

Uma reflexĂŁo sobre o tempo sem experiĂȘncia da contemporaneidade. Como a atual aceleração da sociedade cria a sensação de que nĂŁo hĂĄ tempo para nada. Na realidade, sĂŁo os prĂłprios mecanismos sociais e econĂŽmicos que necessitam dessa situação. As diferenças entre tĂ©dio e monotonia podem caracterizar diferentes formas de se relacionar com o tempo. A… Continue lendo “Tempo sem experiĂȘncia” – OlgĂĄria MATOS

“Baudelaire: antĂ­teses e revolução” (OlgĂĄria Matos)

Alea, vol.9 no.1 Rio de Janeiro Jan./June 2007 RESUMO: O ensaio procura indicar o mĂ©todo baudelairiano das antĂ­teses de coisas e acontecimentos, de tal forma que o maniqueĂ­smo progressista da dialĂ©tica hegeliano-marxista Ă© substituĂ­do pelo homo duplex pascaliano, e o conceito de ação polĂ­tica e arte engajada Ă© reformulado. Palavras-chave: Baudelaire; Benjamin; poesia; revolução. ABSTRACT: The essay attempts to characterize Baudelaire's method of… Continue lendo “Baudelaire: antĂ­teses e revolução” (OlgĂĄria Matos)

“O pecado de acedia” (Jean Starobinski)

O mĂ©dico antigo trata da “paixĂŁo” do corpo; o filĂłsofo se aplica em curar as “doenças” da alma. As analogias sĂŁo grandes e justificam as confusĂ”es, voluntĂĄrias ou nĂŁo, do vocabulĂĄrio. De onde quer que venha, a tristeza depressiva exige uma medicação, pela palavra, pela droga, pelo regime diĂĄrio. No mundo cristĂŁo torna-se infinitamente mais… Continue lendo “O pecado de acedia” (Jean Starobinski)