“Crimes do futuro: o grotesco-chic da distopia de David Cronenberg” – Rodrigo MENEZES

Esgotados os modos de expressĂŁo, a arte se orienta para o sem-sentido, para um universo privado e incomunicĂĄvel. Todo estremecimento inteligĂ­vel, tanto em pintura como em mĂșsica ou em poesia, nos parece, com razĂŁo, antiquado ou vulgar. O pĂșblico desaparecerĂĄ em breve; a arte o seguirĂĄ de perto.Uma civilização que começou com as catedrais tinha… Continue lendo “Crimes do futuro: o grotesco-chic da distopia de David Cronenberg” – Rodrigo MENEZES

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