“O ensaio como forma” – Theodor W. ADORNO

Destinado a ver o iluminado, não a luz.GOETHE, Pandora Que o ensaio, na Alemanha, esteja difamado como um produto bastardo; que sua forma careça de uma tradição convincente; que suas demandas enfáticas só tenham sido satisfeitas de modo intermitente, tudo isso já foi dito e repreendido o bastante. “A forma do ensaio ainda não conseguiu… Continue lendo “O ensaio como forma” – Theodor W. ADORNO

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“Sobre a gênese da burrice” – ADORNO & HORKHEIMER

O SÍMBOLO DA INTELIGÊNCIA é a antena do caracol “com a visão tacteante”, graças à qual, a acreditar em Méfistófeles, ele é também capaz de cheirar. Diante de um obstáculo, a antena é imediatamente retirada para o abrigo protector do corpo, ela se identifica de novo com o todo e só muito hesitantemente ousará sair… Continue lendo “Sobre a gênese da burrice” – ADORNO & HORKHEIMER

“The last side of hope: Cioran and Adorno” (Ovidiu-Marius Bocşa)

The Proceedings of the International Conference Literature, Discourse and Multicultural Dialogue Volume no. 2, 2014 Conference date: 4-5 December 2014 Location: Tîrgu-Mureș, Mureș Editorial Information: Iulian Boldea (Coordinator) Identities in Metamorphosis. Literature, Discourse and Multicultural Dialogue, Arhipelag XXI Press, Tîrgu-Mureș, Mureș, 2014, ISBN: 978-606-93691-9-7 (C) Arhipelag XXI Press, 2014 Abstract: Three things I have to say here,… Continue lendo “The last side of hope: Cioran and Adorno” (Ovidiu-Marius Bocşa)

“Une poétique du détachement” (Sylvain David)

On ne se méfie pas d’eux des mots et le malheur arrive. Louis-Ferdinand Céline L’incipit, ou ouverture, d’un texte constitue un lieu privilégié pour observer la mise en place d’une écriture, d’une forme d’expression. Les premières pages d’une œuvre représentent une rupture du silence, marquent une prise de parole, et, en tant que telles, contiennent nombre de… Continue lendo “Une poétique du détachement” (Sylvain David)

“Une expression de la modernité” (Sylvain David)

Un héroïsme à rebours. Montreal: Presses Universitaires de Montreal, 2006, p. 59-83. On peut parfaitement concevoir que l’époque moderne — qui commença par une explosion d’activité humaine si neuve, si riche de promesses — s’achève dans la passivité la plus inerte, la plus stérile que l’Histoire ait jamais connue. Hannah Arendt Comme on l’a vu dans… Continue lendo “Une expression de la modernité” (Sylvain David)

“Estilhaços digressivos: experiências de um leitor imerso nas ruínas narrativas de Shmuel Yosef Agnon” – André FOLADOR

A tentativa de definir um tema para este trabalho me parece um tipo de profanação da complexidade do romance Hóspede por uma noite e das insondáveis intenções estéticas e filosóficas de Sch. I. Agnon. Em vez de demarcar um tema, pretendo estabelecer uma soma de reflexões (conexas e possivelmente desconexas) e, seguindo a trilha que… Continue lendo “Estilhaços digressivos: experiências de um leitor imerso nas ruínas narrativas de Shmuel Yosef Agnon” – André FOLADOR

“Desconsolado éxtasis” (Fernando Savater)

EL PAÍS, 3 Noviembre 2009 La obra de Cioran llegó a ser (relativamente) conocida en España bastante antes que en Francia. Mientras que en su país de adopción no le llegó el reconocimiento hasta Ejercicios de admiración, a mediados de los ochenta, entre nosotros se hizo popular una década antes. O sea, a finales del… Continue lendo “Desconsolado éxtasis” (Fernando Savater)