O Niilismo (Nietzsche)

1. O NIILISMO estĂĄ Ă  porta: de onde nos vem esse mais sinistro de todos os hĂłspedes? - Ponto de partida: Ă© um erro remeter a "estados de indigĂȘncia social" ou "degeneração filosĂłfica" ou atĂ© mesmo Ă  corrupção, como causa do niilismo. Estamos no mais decente, no mais compassivo dos tempos. IndigĂȘncia, indigĂȘncia psĂ­quica, fĂ­sica,… Continue lendo O Niilismo (Nietzsche)

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“TrĂĄgico e silĂȘncio” (ClĂ©ment Rosset)

UM FILÓSOFO POUCO SUSPEITO de complacĂȘncia para com o pensamento trĂĄgico, Jules Monnerot, reconhecia recentemente no fantasma do ''alhures" uma negação fundamental da tragĂ©dia: "NĂŁo hĂĄ de uma parte o homem, e de outra parte forças exteriores ao homem, Ă s quais ele tambĂ©m seria exterior. As forças 'exteriores', 'cĂłsmicas', 'naturais' estĂŁo tambĂ©m em nĂłs, (… Continue lendo “TrĂĄgico e silĂȘncio” (ClĂ©ment Rosset)

“Do exĂ­lio metafĂ­sico: existĂȘncia, escritura e destino em Cioran” (Rodrigo InĂĄcio Ribeiro SĂĄ Menezes)

 Resumo: Formado em Filosofia pela Universidade de Bucareste, em 1932, Emil  Cioran (1911-1995) Ă© um pensador e escritor romeno  radicado na França, onde, vivendo em Paris, abandonaria seu idioma materno, adotando o francĂȘs como lĂ­ngua de expressĂŁo. Como outros autores do sĂ©culo XX, ele Ă© um exemplar notĂĄvel de dois fenĂŽmenos tipicamente modernos, amiĂșde concomitantes: a… Continue lendo “Do exĂ­lio metafĂ­sico: existĂȘncia, escritura e destino em Cioran” (Rodrigo InĂĄcio Ribeiro SĂĄ Menezes)

“Estilhaços digressivos: experiĂȘncias de um leitor imerso nas ruĂ­nas narrativas de Shmuel Yosef Agnon” – AndrĂ© FOLADOR

A tentativa de definir um tema para este trabalho me parece um tipo de profanação da complexidade do romance HĂłspede por uma noite e das insondĂĄveis intençÔes estĂ©ticas e filosĂłficas de Sch. I. Agnon. Em vez de demarcar um tema, pretendo estabelecer uma soma de reflexĂ”es (conexas e possivelmente desconexas) e, seguindo a trilha que… Continue lendo “Estilhaços digressivos: experiĂȘncias de um leitor imerso nas ruĂ­nas narrativas de Shmuel Yosef Agnon” – AndrĂ© FOLADOR