“Paul ValĂ©ry – estudos filosĂłficos” – Brutus Abel Fratuce Pimentel

Tese apresentada ao programa de PĂłs-Graduação em Filosofia do Departamento de Filosofia da Faculdade de Filosofia, Letras e CiĂȘncias Humanas da Universidade de SĂŁo Paulo, para obtenção do tĂ­tulo de Doutor em Filosofia, sob a orientação da Profa. Dra. OlgĂĄria Matos (2008). RESUMO Brutus Abel, Paul ValĂ©ry - Estudos filosĂłficos, Tese (Doutorado), Departamento de Filosofia,… Continue lendo “Paul ValĂ©ry – estudos filosĂłficos” – Brutus Abel Fratuce Pimentel

“Mihail Eminesco” – E.M. Cioran

Este breve ensaio compĂ”e a primeira versĂŁo do BreviĂĄrio de decomposição (1949), o dĂ©but literĂĄrio em lĂ­ngua francesa de Emil (doravante E. M.) Cioran, tendo sido excluĂ­do da versĂŁo final que ganharia, em 1950, o Prix Rivarol para jovens escritores estrangeiros. A versĂŁo inicial do PrĂ©cis, intitulada Exercices nĂ©gatifs, foi publicada postumamente, em 2005, numa… Continue lendo “Mihail Eminesco” – E.M. Cioran

“O princĂ­pio de incerteza” – ClĂ©ment ROSSET

“A necessidade de uma fĂ© forte nĂŁo Ă© prova de fĂ© forte, Ă©, isso sim, o contrĂĄrio. Se alguĂ©m tem essa fĂ©, pode permitir-se o luxo do ceticismo.”Nietzsche, O CrepĂșsculo dos Ă­dolos Montaigne sugere, em uma passagem da Apologia de Raimond Sebond, uma definição da verdade filosĂłfica tĂŁo desconcertante quanto pertinente: “Duvido que Epicuro, PlatĂŁo… Continue lendo “O princĂ­pio de incerteza” – ClĂ©ment ROSSET

Ensayo sobre Cioran (introdução) – Fernando SAVATER

Conceber um pensamento, um Ășnico pensamento, mas que fizesse em pedaços o universo. Le mauvais dĂ©miurge JĂĄ que se trata de fazer uma tese, escolhamos ao menos um tema impossĂ­vel: que o fracasso em que hĂĄ de culminar nosso trabalho nĂŁo seja simples fruto da incĂșria ou da incompetĂȘncia, mas da premeditação. Suponho que uma… Continue lendo Ensayo sobre Cioran (introdução) – Fernando SAVATER

“DesĂ­gnio e tarefa da lucidez”: primeiro capĂ­tulo do Ensayo sobre Cioran, de F. SAVATER

A verdadeira vertigem Ă© a ausĂȘncia de loucura.La chute dans le temps SerĂĄ preciso determinar, em primeiro lugar, o que entenderemos por lucidez. Como nĂŁo pretendo utilizar esta palavra de um modo especial ou inusual, deverei ater-me Ă  definição que dela me brinda o dicionĂĄrio; talvez possamos encontrar em tal definição os traços que gostarĂ­amos… Continue lendo “DesĂ­gnio e tarefa da lucidez”: primeiro capĂ­tulo do Ensayo sobre Cioran, de F. SAVATER

“Lecturi voyeuriste. Despre Cioran, cititorul” – Simona MODREANU

Dilema Veche, nr. 330, 10-16 iunie 2010 Orice lectură e o intruziune, la urma urmei, chiar dacă una dorită, premeditată de autor. Iar printre multiplele modalităƣi oblice, uƟor perverse, de apropriere a unui scriitor e Ɵi cea a curiozităƣii axate pe lecturile celui care ne-a devenit necesară lectură. Nici Ăźn această privinƣă, Cioran nu se… Continue lendo “Lecturi voyeuriste. Despre Cioran, cititorul” – Simona MODREANU

MemĂłria (n.t.): “Do pomar maldito de Cioran”, por Correia de SĂĄ

(n.t.) Revista literĂĄria em tradução, ano IX - 2Âș vol., Dez. 2019 (edição bilĂ­ngue semestral), Brasil O TEXTO: Em um de seus cadernos, Cioran escreveu acerca de um artigo que havia sido publicado em um jornal brasileiro sobre sua obra, em 1968, referindo-se ao seu autor: “No Jornal do Commercio do Rio de Janeiro, em… Continue lendo MemĂłria (n.t.): “Do pomar maldito de Cioran”, por Correia de SĂĄ

“La canciĂłn de quien quiso ser el hijo del verdugo” – George STEINER

Cuadernos hispanoamericanos, nr. 573, marzo 1998 ÂżQuĂ© tenemos aquĂ­? Un leviatĂĄn de mil pĂĄginas que dice ser el texto Ă­ntegro de 34 cuadernos, idĂ©nticos en formato, que E. M. Cioran completĂł entre los veranos de 1957 y 1972. Dichos cuadernos fueron descubier- tos a la muerte de Cioran por Simone BouĂ©, una de las pocas… Continue lendo “La canciĂłn de quien quiso ser el hijo del verdugo” – George STEINER

« Cioran, aristocrate du doute » : Magazine Littéraire

Magazine LittĂ©raire, nr. 327, decembre 1994 Dans ce qui demeure, sans nul doute, avec La Tentation d’exister, son meilleur livre, Exercices d'admiration, Cioran prĂ©sente Borges comme « le dernier des dĂ©licats ». Un compliment qu’ont pourrait renvoyer Ă  son auteur. Car si le scepticisme et la luciditĂ© - donc une parole totalement libre - se… Continue lendo « Cioran, aristocrate du doute » : Magazine LittĂ©raire

“O desespĂȘro como mercadoria” – Pierre-Henri SIMON

Tribuna da Imprensa, Rio de Janeiro, ano IV, no 785, 19-20 de julho 1952 HĂĄ Ă©pocas em que se gosta das coisas adocicadas. Os homens de 1900 ainda nĂŁo tinham acabado de chupar as uvas do fauno malarmeniano, de mordiscar as peras do pomar de Anna de Noailles, de aspirar os doces polens das florezinhas… Continue lendo “O desespĂȘro como mercadoria” – Pierre-Henri SIMON