“Vedantic Self and Buddhist Non-Self” – Swami SARVAPRIYANANDA

It is said in the Katha Upanishad apropos of Atman that it is “joyous and without joy.” That is a state to which we accede as well by the affirmation as by the negation of a supreme principle, as much by the detour of Vedanta as by that of Mahayana. Different as they may be,… Continue lendo “Vedantic Self and Buddhist Non-Self” – Swami SARVAPRIYANANDA

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“O esforço é necessário” – Ramana MAHARSHI

Bhagavan Sri Râmana Mahârshi (1879 - 1950), foi um mestre de Advaita Vedanta e famoso santo do sul da Índia, considerado um dos maiores sábios de todos os tempos. https://www.youtube.com/watch?v=EIYzfygYE9k A essência de seus ensinamentos é o Atma Vichara, Self-Enquiry (auto-inquirição, auto-investigação). Seu objetivo é eliminar as falsas ideias sobre o Eu e o ego,… Continue lendo “O esforço é necessário” – Ramana MAHARSHI

“Quem é Deus” – Ramana MAHARSHI

Bhagavan Sri Râmana Mahârshi (1879 - 1950), foi um mestre de Advaita Vedanta e um famoso santo do sul da Índia, considerado um dos maiores sábios de todos os tempos. https://www.youtube.com/watch?v=RYLw2Or2vCg Trechos do livro “True Happiness”, editado por Arthur Osborne. Seus ensinamentos, simples, profundos e lúcidos, estão registrados em um grande número de livros. A… Continue lendo “Quem é Deus” – Ramana MAHARSHI

“Mas, Cioran, atman ou anatman? Eis a questão” – Rodrigo MENEZES

“Na história há dois fenômenos que representam para mim o ponto mais elevado: a metafísica indiana e a música alemã. […] Se houvesse um processo, no qual o homem fosse acusado, poderia se defender com esses dois fenômenos. Pessoalmente, através da metafísica indiana consegui penetrar mais profundamente nos problemas filosóficos, e, com a música alemã,… Continue lendo “Mas, Cioran, atman ou anatman? Eis a questão” – Rodrigo MENEZES

“Brahman: reconheça o Ser Supremo” – Siddharameshwar MAHARAJ

“De manhã, voltei para a cama e durante meia hora refleti sobre o Vedanta, com o sentimento de tê-lo compreendido ou antes sentido. Pareceu-me que entendi pela primeira vez o sentido do Atman e do Brahman, sua comunicação e também a possibilidade de sua identidade”CIORAN, Cahiers: 1957-1972, p. 873. https://www.youtube.com/watch?v=t-W_qaQRCFw Sri Siddharameshwar Maharaj (1888 -… Continue lendo “Brahman: reconheça o Ser Supremo” – Siddharameshwar MAHARAJ

“Eu Sou Aquilo” – Nisargadatta MAHARAJ

"Na história há dois fenômenos que representam para mim o ponto mais elevado: a metafísica indiana e a música alemã. [...] Se houvesse um processo, no qual o homem fosse acusado, poderia se defender com esses dois fenômenos. Pessoalmente, através da metafísica indiana consegui penetrar mais profundamente nos problemas filosóficos, e, com a música alemã,… Continue lendo “Eu Sou Aquilo” – Nisargadatta MAHARAJ

“Este Eres Tú” – Arthur SCHOPENHAUER

Los lectores de mi ética saben que en ella el fundamento de la moral se basa en último término en aquella verdad que en los Vedas y el vedanta encuentra su expresión en la fórmula mística tat twam asi (este eres tú), que se pronuncia señalando a cada ser vivo, sea hombre o animal, y… Continue lendo “Este Eres Tú” – Arthur SCHOPENHAUER

“Pensar contra si próprio” – CIORAN

Um requisitório contra o otimismo new age, a cultura da autoajuda e suas receitas de felicidade, mas também contra a Teosofia e o Tradicionalismo, dogmatismos perniciosos que se inspiram em supostos mistérios, em supostas "verdades perenes". "Pensar contra si próprio" é o texto de abertura de A tentação de existir (1956), o terceiro livro de… Continue lendo “Pensar contra si próprio” – CIORAN

“Michaux: a paixão do exaustivo” – E.M. Cioran

Há uns 15 anos, Michaux me levava regularmente ao Grand Palais onde eram exibidos todos os tipos de filme de caráter científico, alguns curiosos, outros técnicos, impenetráveis. Para dizer a verdade, o que me intrigava era menos as projeções do que o interesse que demonstrava por elas. Não compreendia muito bem o motivo de uma… Continue lendo “Michaux: a paixão do exaustivo” – E.M. Cioran

“Nem Buda nem Satanás: Schopenhauer” – Guido CERONETTI

O belo livrinho das Conversas de Schopenhauer, que a Rizzoli publicou nos seus breviários do “Ramo d’oro” com a curadoria apaixonada de Anacleto Verrecchia, tem-me sido recentemente uma ótima companhia de viagem; e com Arthur Schopenhauer, filósofo que muito me ajudou, junto a Montaigne e Espinoza, a formar juízos livres, a viver e a não… Continue lendo “Nem Buda nem Satanás: Schopenhauer” – Guido CERONETTI