“O sublime e a alegoria” – Katia MURICY

Revista O Que Nos Faz Pensar (PUC-RIO), nº 21, maio de 2007 A oposição à modernidade se dá dentro da modernidade. Criticá-la é uma das funções do espírito moderno e mais ainda: é uma maneira de realizá-lo. O tempo moderno é o tempo da cisão e da negação de si mesmo, o tempo da crítica…Hoje… Continue lendo “O sublime e a alegoria” – Katia MURICY

“O heroísmo do presente” – Katia MURICY

Revista Tempo Social (USP), vol. 7 (1-2), outubro de 1995, pp. 31-44. RESUMO: Uma aproximação da história do presente de Michel Foucault da concepção de história de Walter Benjamin, a partir de suas análises sobre a visão de modernidade como construção do tempo na obra de Baudelaire. Palavras-chave: Foucault, Benjamin, Baudelaire, História, História do presente, Tempo,… Continue lendo “O heroísmo do presente” – Katia MURICY

“Utopias e distopias no colapso da modernização, ou: como a crise altera os nossos regimes de expectativa” – Thiago CANETTIERI

Revista Indisciplinar, UFMG, vol. 6, no 2 (2020) Resumo Neste ensaio, pretendo perseguir uma intuição: está definitivamente terminada a era das utopias. Se algum dia já se sonhou em como as coisas poderiam ser melhores no futuro, esse tempo terminou. Soa como um enorme anacronismo alguém falar de uma utopia – seja lá de que… Continue lendo “Utopias e distopias no colapso da modernização, ou: como a crise altera os nossos regimes de expectativa” – Thiago CANETTIERI

«Erfahrung», «Erlebnis», História e Narração em Walter Benjamin: entrevista com Jeanne-Marie GAGNEBIN

Revista Redobra, UFBA, no 14, ano 5, 2014. [PDF] Entrevista realizada por:Fabiana Dultra BrittoPaola Berenstein Jacques I – Experiência e transmissão 1. Em seu livro História e narração em Walter Benjamin, ao tratar de história e narração, duas outras noções surgem também relacionadas, experiência e transmissão. Alguns autores contemporâneos, como Agamben, insistem na questão da… Continue lendo «Erfahrung», «Erlebnis», História e Narração em Walter Benjamin: entrevista com Jeanne-Marie GAGNEBIN

“Benjamin Fondane dans la confrontation des modernes et des antimodernes français. Un judaïsme antimoderne face aux convulsions du XXe siècle: Fondane entre Chestov et Benjamin” – Oana SOARE

Centre de Recherches Historiques (CRH), L'École des Hautes Études en Sciences Sociales Projet de recherche : Benjamin Fondane dans la confrontation des modernes et des antimodernes français .Un judaïsme antimoderne face aux convulsions du XXe siècle. Benjamin Fondane entre Lev Chestov et Walter Benjamin, sous la direction de Sylvie Anne Goldberg et Antoine Compagnon. Notre projet est d’entreprendre, sous… Continue lendo “Benjamin Fondane dans la confrontation des modernes et des antimodernes français. Un judaïsme antimoderne face aux convulsions du XXe siècle: Fondane entre Chestov et Benjamin” – Oana SOARE

“Saturnine Constellations: Melancholy in Literary History and in the Works of Baudelaire and Benjamin” – Kevin GODBOUT

A thesis submitted in partial fulfillment of the requirements for the Doctor of Philosophy degree in Comparative Literature, 2016. Supervisor: Călin Mihăilescu, The University of Western Ontario Abstract: Aristotle famously asked the question: why are extraordinary people so often melancholics? “Problem XXX,” written by Aristotle or one of his disciples, speculates that black bile, the… Continue lendo “Saturnine Constellations: Melancholy in Literary History and in the Works of Baudelaire and Benjamin” – Kevin GODBOUT

“Walter Benjamin, leitor de Baudelaire: o poeta contra a multidão e a emergência da modernidade” – Marcos MESSERSCHMIDT

Revista Pólemos, UnB, v. 10 n. 20 (2021) RESUMO: A partir da análise da obra literária de Marcel Proust e, principalmente, da obra poética de Charles Baudelaire, além de textos filosóficos de Henri Bergson e Sigmund Freud, Walter Benjamin desenvolve, em Sobre alguns motivos na obra de Baudelaire, alguns conceitos-chave, como “experiência” (Erfahrung), “choque” e “vivência”… Continue lendo “Walter Benjamin, leitor de Baudelaire: o poeta contra a multidão e a emergência da modernidade” – Marcos MESSERSCHMIDT

“An Unheard-of Reflection On (Against) The Image by Emil Cioran” – Leobardo VILLEGAS; Rodrigo MENEZES

An enigmatic text, mostly unheard-of by even the most knowledgeable experts in the matter of Cioran, is among the selected writings that compose Contra la Historia [Against History], a collection of aphorisms and essays edited by Esther Seligson, with the purpose of diffusing Cioran's writings in the Spanish-speaking world when his books were just starting… Continue lendo “An Unheard-of Reflection On (Against) The Image by Emil Cioran” – Leobardo VILLEGAS; Rodrigo MENEZES

Manuais de anti-ajuda: Byung-Chul Han & Emil Cioran, críticos da positividade tóxica

Se, na Idade Teológica, ser humano significava adorar a Deus (Jesus), se ser virtuoso significava ser um cristão de fidelidade a toda prova (um santo) e ser mau significava ser herege (uma feiticeira), na Idade da Razão ser verdadeiramente humano significa adorar a Ciência (a Tecnologia, o Progresso), ser virtuoso significa gozar boa saúde (ser… Continue lendo Manuais de anti-ajuda: Byung-Chul Han & Emil Cioran, críticos da positividade tóxica

“Why we fail and how” – Costica BRADATAN

Los Angeles Review of Books, September 24, 2017 DIOGENES THE CYNIC (c. 412 BC–323 BC) apparently had to flee his native city of Sinope because he was caught in a scandal involving the defacement of Sinopean currency. He managed to save face, though, and switched from a failing career in counterfeiting to a more promising… Continue lendo “Why we fail and how” – Costica BRADATAN