“Conhece-te a ti mesmo” e a gnose helenística: Sócrates e o Herege Gnóstico (um contraponto) | Minicurso on-line

Gnosis é uma das palavras gregas para dizer “conhecimento”, mas não a única (há também episteme). Encontramo-la na máxima délfica que se tornaria o lema socrático por excelência: “Conhece-te a ti mesmo”, Gnôthi seauton em grego. A gnose, na acepção específica que nos interessa aqui (religião e heresia gnóstica, gnose helenística, gnosticismo cristão), tem em… Continue lendo “Conhece-te a ti mesmo” e a gnose helenística: Sócrates e o Herege Gnóstico (um contraponto) | Minicurso on-line

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“Contra a História: a Odisseia gnóstica de Cioran” – Rodrigo MENEZES

Se tudo o que se concebeu e empreendeu desde Adão é ou suspeito ou perigoso ou inútil, que fazer? Dessolidarizar-se da espécie? Seria esquecer que nunca se é tão humano como quando se lamenta sê-lo. CIORAN, La Chute dans le temps (1964) Seriez-vous réac ? — Si vous voulez, mais dans le sens où Dieu… Continue lendo “Contra a História: a Odisseia gnóstica de Cioran” – Rodrigo MENEZES

“John Gray e o equívoco do gnosticismo” – Rodrigo MENEZES

Em A alma da marionete (The Soul of the Marionette, 2015), John Gray dava indícios de compreender equivocadamente o assim-chamado "gnosticismo": a gnose da heresia gnóstica surgida no cristianismo primitivo, nos primeiros séculos da nossa era, e ressurgida na Idade Média, entre os cátaros e outros grupos religiosos sectários. Ele escreve: Hoje em dia, muitas… Continue lendo “John Gray e o equívoco do gnosticismo” – Rodrigo MENEZES

«O despertar da consciência e o cansaço de se estar desperto»: Cioran e a Era Axial – Rodrigo MENEZES

Segundo Peter, Sloterdijk, Cioran teria sido “o primeiro a realizar o que Nietzsche tinha querido desmascarar como se tivesse existido desde sempre: uma filosofia do puro ressentimento.”[1] Ele tem em mente o motivo cioraniano do mécontentement (Rosset), a insatisfação total (“e não há insatisfação profunda que não seja de natureza religiosa”, pensa Cioran), de onde… Continue lendo «O despertar da consciência e o cansaço de se estar desperto»: Cioran e a Era Axial – Rodrigo MENEZES