“Lutero” – E. M. CIORAN

Ter fé não é tudo; importa ainda sofrê-la como uma maldição, ver em Deus um inimigo, um carrasco, um monstro e, todavia, amá-lo, projectando nele toda a. inumanidade de que dispomos, com que sonhamos… A Igreja fez de Lutero um ser pálido, degenerado, amável; Lutero protesta: Deus, sustenta ele, não é. o «tolo», nem o… Continue lendo “Lutero” – E. M. CIORAN

“El convulso itinerario de la reforma de Lutero: sus logros y fracasos” – Manuel FRAIJÓ

Fundación Juan March, 21 de octubre de 2017 https://www.youtube.com/watch?v=e8nda2p-UF0 El catedrático emérito Manuel Fraijó, en su segunda conferencia sobre Martín Lutero continúa el relato de su trayectoria biográfica, desde la polémica de las indulgencias hasta su muerte en 1546. El conferenciante analiza algunas de las 95 tesis del padre del protestantismo, de las que precisa… Continue lendo “El convulso itinerario de la reforma de Lutero: sus logros y fracasos” – Manuel FRAIJÓ

“Qual é a ‘verdadeira igreja’?” – Elaine PAGELS

DURANTE QUASE 2 mil anos a tradição cristã preservou e reverenciou os escritos ortodoxos que denunciavam os gnósticos enquanto reprimiam — e destruíam — os escritos gnósticos. Agora, pela primeira vez, certos textos descobertos em Nag Hammadi revelam o outro lado da moeda: como os gnósticos denunciavam os ortodoxos. O Segundo Tratado do Grande Seth… Continue lendo “Qual é a ‘verdadeira igreja’?” – Elaine PAGELS

“La última aparición de lo sagrado: la nada” – María ZAMBRANO

La filosofía jamás había penetrado en el infierno. Era su limitación y también algo así como su castidad. Lo ignoraba como ignoraba el paraíso, al que acababa por conducir sin haberlo prometido. La castidad de la filosofía ha consistido, además de otras cosas, en no prometer nada; nada a la vida personal, a los más… Continue lendo “La última aparición de lo sagrado: la nada” – María ZAMBRANO

“A alma enferma” – William JAMES

Em nosso último encontro, consideramos o temperamento equilibrado, o temperamento que tem uma incapacidade constitucional para o sofrimento prolongado, e no qual a tendência para ver as coisas por um prisma otimista é como a água de cristalização em que se coloca o caráter do indivíduo. Vimos que esse temperamento pode tomar-se a base de… Continue lendo “A alma enferma” – William JAMES

«O despertar da consciência e o cansaço de se estar desperto»: Cioran e a Era Axial – Rodrigo MENEZES

Segundo Peter, Sloterdijk, Cioran teria sido “o primeiro a realizar o que Nietzsche tinha querido desmascarar como se tivesse existido desde sempre: uma filosofia do puro ressentimento.”[1] Ele tem em mente o motivo cioraniano do mécontentement (Rosset), a insatisfação total (“e não há insatisfação profunda que não seja de natureza religiosa”, pensa Cioran), de onde… Continue lendo «O despertar da consciência e o cansaço de se estar desperto»: Cioran e a Era Axial – Rodrigo MENEZES

“A verdadeira heresia: a gnose (sobre a religião mundial da ausência do mundo)” – Peter SLOTERDIJK

Pós-Deus (Vozes, 2019) é provavelmente um dos livros menos conhecidos deste excêntrico filósofo alemão contemporâneo, vivo e mais ativo do que nunca. A temática não poderia ser mais pertinente ao pensamento e à obra de Cioran, que não por acaso é citado no livro: ateísmo, niilismo, gnosticismo, filosofia existencial, o problema do mal como um… Continue lendo “A verdadeira heresia: a gnose (sobre a religião mundial da ausência do mundo)” – Peter SLOTERDIJK

“A Metafísica da Negação” – Eduardo FRIEIRO

Correio da Manhã, ano LXM, no 21.244, 30 junho de 1962 Que é que me agrada em  E. M. Cioran, o escritor romeno de língua francesa, ido agora na sua pátria intelectual como um estilista sem par? Antes de nada, e sobretudo, a feição de seu espírito, que é, vincadamente, a de um “moralista”, bem… Continue lendo “A Metafísica da Negação” – Eduardo FRIEIRO

O conflito como princípio de fecundidade espiritual – CIORAN

UM ESPÍRITO só nos cativa por suas incompatibilidades, pela tensão de seus movimentos, pelo divórcio de suas opiniões e suas tendências. Marco Aurélio, engajado em expedições longínquas, inclinava-se mais sobre a ideia da morte que sobre a do Império; Juliano, ao tornar-se imperador, sente saudades da vida contemplativa, inveja os sábios e perde suas noites… Continue lendo O conflito como princípio de fecundidade espiritual – CIORAN

Liberdade, Enfermidade, Utopia (E.M. Cioran)

A LIBERDADE, eu dizia, exige o vazio para manifestar-se; o exige e sucumbe a ele. A condição que a determina é a mesma que a anula. Ela carece de bases: quanto mais completa for, mais vacilará, pois tudo a ameaça, até o princípio do qual emana. O homem é tão pouco feito para suportar a… Continue lendo Liberdade, Enfermidade, Utopia (E.M. Cioran)