Prioridade, Autoridade, AngĂșstia da InfluĂȘncia – Harold BLOOM

Nietzsche e Freud sĂŁo, atĂ© onde me Ă© dado ver, as influĂȘncias bĂĄsicas na teoria da influĂȘncia apresentada neste livro. Nietzsche Ă© o profeta do antitĂ©tico, e sua Genealogia da moral Ă©o mais profundo estudo de que disponho das tensĂ”es revisionĂĄrias e ascĂ©ticas no temperamento estĂ©tico. As investigaçÔes por Freud dos mecanismos de defesa e… Continue lendo Prioridade, Autoridade, AngĂșstia da InfluĂȘncia – Harold BLOOM

“Estamos nos tornando uma teocracia”: entrevista com Harold BLOOM

Folha de S. Paulo, 24/09/2005 "Creio que sou religioso, mas de um modo herĂ©tico. Acho que em algum lugar, alĂ©m deste reino, alĂ©m do nosso cosmo, haja um sonho em exĂ­lio, um princĂ­pio divino, e acho que hĂĄ um fragmento disso em cada ser humano, mas este se acha enterrado tĂŁo fundo, tĂŁo oculto no… Continue lendo “Estamos nos tornando uma teocracia”: entrevista com Harold BLOOM

“Self-Reliance or Mere Gnosticism” – Harold BLOOM

https://www.youtube.com/watch?v=b04zs6QHuWM I am to invite men drenched in Time to recover themselves and come out of time, and taste their native immortal air.– RALPH WALDO EMERSON https://www.youtube.com/watch?v=PLPazL-wcwM&t=4s If you seek yourself outside yourself, then you will encounter disaster, whether erotic or ideological. That must be why Ralph Waldo Emerson, in his  central  essay,  “Self-Reliance”  (1840),… Continue lendo “Self-Reliance or Mere Gnosticism” – Harold BLOOM

A angĂșstia da influĂȘncia – Harold BLOOM

A angĂșstia da influĂȘncia foi e continua sendo mal interpretado, de uma maneira medĂ­ocre. Qualquer leitor capaz deste livro, o que significa qualquer um com alguma sensibilidade literĂĄria e que nĂŁo seja comissĂĄrio nem ideĂłlogo, de esquerda ou direita, verĂĄ que influĂȘncia-angĂșstia nĂŁo se refere tanto aos precursores quanto Ă© uma angĂșstia realizada no e… Continue lendo A angĂșstia da influĂȘncia – Harold BLOOM

O PrincĂ­pio de Crueldade (post-scriptum) – ClĂ©ment ROSSET

A crueldade da realidade Ă© ilustrada de maneira particularmente espetacular e significativa na crueldade do amor — tema conhecido e jĂĄ sobejamente analisado, Ă© verdade, mas Ă© o privilĂ©gio das questĂ”es profundas permitir sempre uma anĂĄlise parcialmente renovada, como Ă© o privilĂ©gio de toda grande obra de arte, musical por exemplo, oferecer sempre matĂ©ria para… Continue lendo O PrincĂ­pio de Crueldade (post-scriptum) – ClĂ©ment ROSSET

“O princĂ­pio de incerteza” – ClĂ©ment ROSSET

“A necessidade de uma fĂ© forte nĂŁo Ă© prova de fĂ© forte, Ă©, isso sim, o contrĂĄrio. Se alguĂ©m tem essa fĂ©, pode permitir-se o luxo do ceticismo.”Nietzsche, O CrepĂșsculo dos Ă­dolos Montaigne sugere, em uma passagem da Apologia de Raimond Sebond, uma definição da verdade filosĂłfica tĂŁo desconcertante quanto pertinente: “Duvido que Epicuro, PlatĂŁo… Continue lendo “O princĂ­pio de incerteza” – ClĂ©ment ROSSET

Abaixo as Verdades Sagradas – Harold BLOOM

POR VOLTA DO ANO 100 ANTES DA ERA COMUM, um fariseu compĂŽs o que a tradição chamou o Livro dos Jubileus, tĂ­tulo exuberante para obra tĂŁo medĂ­ocre. Esse texto prolixo Ă© tambĂ©m conhecido como o Pequeno GĂȘnesis, uma estranha denominação, pois Ă© muito mais longo do que o GĂȘnesis e compreende tambĂ©m o Êxodo. NĂŁo… Continue lendo Abaixo as Verdades Sagradas – Harold BLOOM

“DesĂ­gnio e tarefa da lucidez”: primeiro capĂ­tulo do Ensayo sobre Cioran, de F. SAVATER

A verdadeira vertigem Ă© a ausĂȘncia de loucura.La chute dans le temps SerĂĄ preciso determinar, em primeiro lugar, o que entenderemos por lucidez. Como nĂŁo pretendo utilizar esta palavra de um modo especial ou inusual, deverei ater-me Ă  definição que dela me brinda o dicionĂĄrio; talvez possamos encontrar em tal definição os traços que gostarĂ­amos… Continue lendo “DesĂ­gnio e tarefa da lucidez”: primeiro capĂ­tulo do Ensayo sobre Cioran, de F. SAVATER

Iluminismo & Romantismo – Harold BLOOM

A NOSSA DEFINIÇÃO CLÁSSICA daquilo que o sublime literĂĄrio reivindica pode ser encontrada nas sentenças iniciais de The romantic sublime O sublime romĂąntico de Thomas Weiskel: A alegação essencial do sublime Ă© que o homem pode, no sentimento e na linguagem, transcender o humano. O que se encontra alĂ©m do humano, se Ă© que algo… Continue lendo Iluminismo & Romantismo – Harold BLOOM

Harold Bloom: por que Shakespeare Ă© considerado o “Inventor do Humano”?

EXISTEM APENAS TRÊS INFLUÊNCIAS literĂĄrias significativas em Shakespeare: Marlowe, Chaucer e a BĂ­blia inglesa. Marlowe foi engolido por Shakespeare, como um peixinho por uma baleia, embora Marlowe tivesse um ressaibo forte o bastante para induzir Shakespeare a algumas alusĂ”es deturpadas. Podemos inferir que Marlowe tornou-se uma advertĂȘncia para Shakespeare: o caminho a nĂŁo seguir. Chaucer… Continue lendo Harold Bloom: por que Shakespeare Ă© considerado o “Inventor do Humano”?