Carlo Michelstaedter, um filósofo no “cume do desespero” – Gleiton Lentz (n.t.) Nota do Tradutor 🇧🇷

https://www.youtube.com/watch?v=yenb7b1yeQY&t=1s Uma aproximação entre o filósofo romeno e o filósofo italiano, destacando as coincidências biográficas e afinidades eletivas entre eles, em termos de estilo e de pensamento. Carlo Michelstaedter suicidou-se aos 23 anos, a mesma idade de Cioran ao escrever Nos Cumes do Desespero (1934); a defesa da tese de Michelstaedter sobre La persuasione e… Continue lendo Carlo Michelstaedter, um filósofo no “cume do desespero” – Gleiton Lentz (n.t.) Nota do Tradutor ðŸ‡§ðŸ‡·

Schopenhauer y Cioran: buscar sentido en el sinsentido – Carlos Javier González Serrano

https://www.youtube.com/watch?v=xUqr_4xyEUc Carlos Javier González Serrano es licenciado en Filosofía por la Universidad Complutense de Madrid, Máster en Estudios Avanzados en Filosofía (UCM), Máster en Psicología del Trabajo y de las Organizaciones y Gestión de Recursos Humanos (UCM) y Máster del Profesorado de Educación Secundaria Obligatoria y Bachillerato (Universidad Pontificia de Comillas). También ha cursado estudios… Continue lendo Schopenhauer y Cioran: buscar sentido en el sinsentido – Carlos Javier González Serrano

“O trágico de repetição” – Clément ROSSET

Uma análise sumária do trágico de repetição permite precisar um pouco a natureza do silêncio trágico e de sua inaptidão à interpretação. Marx, parafraseando Hegel, diz que os eventos históricos se produzem sempre duas vezes, a primeira de modo trágico, a segunda (repetição) de modo cômico (O dezoito brumário). É certo que a repetição possui… Continue lendo “O trágico de repetição” – Clément ROSSET

Sobre a M̼sica no MVR РArthur SCHOPENHAUER

De fato, embora se possa dizer que a lógica está para o pensamento racional como o baixo fundamental para a música, e, também, em termos menos precisos, que a ética está para a virtude como a estética para a arte, tem-se de notar, em contrapartida, que nunca um artista veio a sê-lo pelo estudo da… Continue lendo Sobre a Música no MVR – Arthur SCHOPENHAUER

“Pensar por si mesmo” – Arthur SCHOPENHAUER

§1. A mais rica biblioteca, quando desorganizada, não é tão proveitosa quanto uma bastante modesta, mas bem ordenada. Da mesma maneira, uma grande quantidade de conhecimentos, quando não foi elaborada por um pensamento próprio, tem muito menos valor do que uma quantidade bem mais limitada, que, no entanto, foi devidamente assimilada. Pois é apenas por… Continue lendo “Pensar por si mesmo” – Arthur SCHOPENHAUER

O Princípio de Crueldade (post-scriptum) – Clément ROSSET

A crueldade da realidade é ilustrada de maneira particularmente espetacular e significativa na crueldade do amor — tema conhecido e já sobejamente analisado, é verdade, mas é o privilégio das questões profundas permitir sempre uma análise parcialmente renovada, como é o privilégio de toda grande obra de arte, musical por exemplo, oferecer sempre matéria para… Continue lendo O Princípio de Crueldade (post-scriptum) – Clément ROSSET

“O princípio de incerteza” – Clément ROSSET

“A necessidade de uma fé forte não é prova de fé forte, é, isso sim, o contrário. Se alguém tem essa fé, pode permitir-se o luxo do ceticismo.”Nietzsche, O Crepúsculo dos ídolos Montaigne sugere, em uma passagem da Apologia de Raimond Sebond, uma definição da verdade filosófica tão desconcertante quanto pertinente: “Duvido que Epicuro, Platão… Continue lendo “O princípio de incerteza” – Clément ROSSET

“Os loucos de Cioran” – Ciprian Vălcan

Além da paixão entomológica com a qual registra todos os retratos dos loucos que encontra, Cioran dedica numerosas reflexões no sentido de apreender  as características da doença mental. Se o seu temor da loucura é decifrável sobretudo a partir dos fragmentos de temática intimista presentes nos Cahiers, que Cioran nunca cogitou publicar, há numerosas outras… Continue lendo “Os loucos de Cioran” – Ciprian Vălcan

“Sobre a erudição e os eruditos” – Arthur SCHOPENHAUER

§1 Quando observamos a quantidade e a variedade dos estabelecimentos de ensino e de aprendizado, assim como o grande número de alunos e professores, é possível acreditar que a espécie humana dá muita importância à instrução e à verdade. Entretanto, nesse caso, as aparências também enganam. Os professores ensinam para ganhar dinheiro e não se… Continue lendo “Sobre a erudição e os eruditos” – Arthur SCHOPENHAUER

“A Conspiração de Lautréamont” – Lucas Calaço Almeida Rocha

"Em Maldoror, o Criador é o inimigo último e primordial, sendo a obra em toda sua integridade uma imensa batalha entre o protagonista e a divindade cristã. Para Maldoror (e, por consequência, para Lautréamont), Deus é seu Luís XIV, o monarca tirânico sentado em Seu trono no Absoluto, um Leviatã da Eternidade que necessita ser… Continue lendo “A Conspiração de Lautréamont” – Lucas Calaço Almeida Rocha