“Obsessão do Essencial”: navegação temerária, naufrágios e horizontes de libertação em Cioran – Rodrigo Menezes

"E il naufragar m'è dolce in questo mare"LEOPARDI, "L'Infinito" Para dar voz às suas experiências capitais e “obsessões essenciais”, Cioran amiúde recorre a metáforas teológicas e mitológicas, a uma linguagem metafísica, religiosa e/ou mística: “o mau demiurgo”, “a Criação fracassada”,[1] “Queda” (no tempo, do tempo), “despertar” (éveil), “nostalgia” (de um “Paraíso” ou Absoluto perdido[2]), “dilaceração”,… Continue lendo “Obsessão do Essencial”: navegação temerária, naufrágios e horizontes de libertação em Cioran – Rodrigo Menezes

“Rumo a lugar algum: niilismo, pessimismo e antinatalismo em Cioran”. Entrevista com Fernando OLSZEWSKI

Não penso que a abulia política de Cioran seja uma apologia velada ao capitalismo ou ao privilégio de sociedades tradicionais e conservadoras, mas sim derivada (na maior parte) de sua visão negativa da realidade: ele considera a existência um absurdo e uma chaga terrível. Para lidarmos com essa chaga, o melhor que fazemos é nos… Continue lendo “Rumo a lugar algum: niilismo, pessimismo e antinatalismo em Cioran”. Entrevista com Fernando OLSZEWSKI

“Philipp Mainländer (1841-1876) y el mito del Santo Grial” – Manuel Pérez Cornejo

https://www.youtube.com/watch?v=AITdM9_OW9U El vídeo expone la interpretación que sobre la leyenda del Santo Grial elaboró el filósofo y escritor alemán PHILIPP MAINLÄNDER (1841-1876). Mainländer expone su versión filosófica del significado de este mito en el segundo volumen de su libro "Filosofía de la redención" (1876/1866). La interpretación de la leyenda del Grial por Mainländer coincide asombrosamente… Continue lendo “Philipp Mainländer (1841-1876) y el mito del Santo Grial” – Manuel Pérez Cornejo

« Paléontologie », de Le Mauvais Démiurge (1969): leitura comentada – Rodrigo Menezes

Live tertúlia no YouTube sobre um importantíssimo ensaio deste livro ainda inédito em língua portuguesa, Le mauvais démiurge (1969). Data: 27/11/2021Horário: 19h00 (BRA) O Caderno de Talamanca, escrito em 1966 durante uma temporada de férias na Espanha, antecipa algumas das ideias de Le mauvais démiurge e, particularmente, de "Paleontologia": "Redenção: pelo conhecimento, pela ultrapassagem do… Continue lendo « Paléontologie », de Le Mauvais Démiurge (1969): leitura comentada – Rodrigo Menezes

“O Niilismo, de Franco Volpi” (resenha) – Cláudia Bhrenna Falcão Castro

Cadernos do PET Filosofia - UFPI. v. 5, n. 9 (2014). 2014 (Resenha). Franco Volpi foi um filósofo italiano e professor de História da Filosofia da Universidade de Pádua. Também lecionou em universidades da Europa, Canadá e América Latina. Publicou obras como “Heidegger e Brentano” (1976), “O Renascimento da Filosofia Prática na Alemanha” (1980), “Heidegger… Continue lendo “O Niilismo, de Franco Volpi” (resenha) – Cláudia Bhrenna Falcão Castro

“A escola de Schopenhauer em seus sentidos lato e estrito: entre apóstolos, evangelistas, metafísicos, heréticos, os pais da igreja e as mulheres” – Felipe DURANTE

Sofia (UFES), vol. 6, n. 1 (2017): Dossiê Ética e Política RESUMO: Este artigo tem por objetivo apresentar o trabalho de recuperação e sistematização histórico-crítica da recepção e dos desdobramentos da filosofia schopenhaueriana na história dafilosofia. Tal empreitada foi levada a cabo pelo Centro interdipartimentale di ricerca su Arthur Schopenhauer e la sua scuola dell'Università… Continue lendo “A escola de Schopenhauer em seus sentidos lato e estrito: entre apóstolos, evangelistas, metafísicos, heréticos, os pais da igreja e as mulheres” – Felipe DURANTE

“A visão de mundo pessimista de Julius Bahnsen” – Frederick C. BEISER

Um dos mais ardentes, originais e profundos pessimistas da época do Weltschmerz foi Julius Bahnsen (1830-81). Embora a descoberta e publicação de sua autobiografia em 1905 o tenha salvado do esquecimento, e embora tenha havido um leve ressurgimento do interesse em sua psicologia nos anos 30, Bahnsen foi largamente esquecido. Se ele é lembrado, é… Continue lendo “A visão de mundo pessimista de Julius Bahnsen” – Frederick C. BEISER

La ley universal del debilitamiento de la fuerza – Philipp MAINLÄNDER

Heráclito sostuvo que el conflicto es el padre de todas las cosas. Yo añado: No puede existir en absoluto suficiente fricción en el universo. El movimiento del cosmos es el movimiento del superser al no ser. Sin embargo, el universo es la desintegración en la multiplicidad, es decir, en individualidades egoístas dispuestas unas contraotras. Sólo… Continue lendo La ley universal del debilitamiento de la fuerza – Philipp MAINLÄNDER

Prólogo a la Filosofía de la Redención – Philipp MAINLÄNDER

En la filosofía, es decir, en la recta filosofía, sólo es posible navegar cerca del litoral: la experiencia tiene que ser siempre visible. Quien deja que su barco tome solamente rumbo hacia el “océano ilimitado”, expide con su propia mano su sentencia de muerte como filósofo. La verdadera filosofía debe ser puramente inmanente, es decir,… Continue lendo Prólogo a la Filosofía de la Redención – Philipp MAINLÄNDER

Schopenhauer y Cioran: buscar sentido en el sinsentido – Carlos Javier González Serrano

https://www.youtube.com/watch?v=xUqr_4xyEUc Carlos Javier González Serrano es licenciado en Filosofía por la Universidad Complutense de Madrid, Máster en Estudios Avanzados en Filosofía (UCM), Máster en Psicología del Trabajo y de las Organizaciones y Gestión de Recursos Humanos (UCM) y Máster del Profesorado de Educación Secundaria Obligatoria y Bachillerato (Universidad Pontificia de Comillas). También ha cursado estudios… Continue lendo Schopenhauer y Cioran: buscar sentido en el sinsentido – Carlos Javier González Serrano