“Melancolia e petrificação” – Fernando VIDAL

A figura da petrificação nos fornece uma chave. Em La Rochefoucauld, por exemplo, o movimento perpĂ©tuo e a reviravolta vertiginosa das mĂĄxinas coexistem com uma “consciĂȘncia imobilizante [
] que petrifica o que ela contempla”. No plano pictĂłrico e literĂĄrio, a paralisia interna e a incapacidade de agir, tĂ­picas da vivĂȘncia melancĂłlica, foram simbolizadas pela escultura… Continue lendo “Melancolia e petrificação” – Fernando VIDAL

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“Baudelaire et le Malentendu” – Eduardo Horta Nassif VERAS

RIEF - Revue Italienne d'Ă©tudes françaises, 12/22 RĂ©sumĂ©: L’article examine la place du malentendu dans la pensĂ©e et dans l’Ɠuvre littĂ©raire de Baudelaire. En partant d’un fragment posthume, on rapproche l’universalitĂ© du malentendu de celle du pĂ©chĂ© originel. Celui-ci est ensuite associĂ© Ă  la confusion des langues aprĂšs la Chute, selon les rĂ©flexions du jeune… Continue lendo “Baudelaire et le Malentendu” – Eduardo Horta Nassif VERAS

“Precisamos falar sobre o textĂŁo”: entrevista com Alexandre Soares CARNEIRO (UNICAMP)

O plural implĂ­cito de “se” e o plural confessado do “nĂłs” constituem o refĂșgio confortĂĄvel da existĂȘncia falsa. SĂł o poeta assume a responsabilidade do “eu”, sĂł ele fala em seu prĂłprio nome, sĂł ele tem o direito de fazĂȘ-lo. A poesia se degrada quando torna-se permeĂĄvel Ă  profecia ou Ă  doutrina: a “missĂŁo” sufoca… Continue lendo “Precisamos falar sobre o textĂŁo”: entrevista com Alexandre Soares CARNEIRO (UNICAMP)

“Escreva sua prĂłpria BĂ­blia” – Alexandre Soares CARNEIRO

JORNAL DA UNICAMP, 19 de dezembro de 2022 “Toda coisa material tem o seu lado celestial”, afirmava o escritor norte-americano Ralph Waldo Emerson em “Da utilidade dos grandes homens”, texto de abertura de Homens representativos (1850). Essa intuição, que atravessa sua ampla obra, inspira tambĂ©m reflexĂ”es sobre a escrita. Ao final de “Goethe, ou o escritor”, capĂ­tulo… Continue lendo “Escreva sua prĂłpria BĂ­blia” – Alexandre Soares CARNEIRO

“Os olhos dos pobres” – BAUDELAIRE

Ah! EntĂŁo vocĂȘ quer saber por que a odeio hoje. Sem dĂșvida lhe serĂĄ menos fĂĄcil compreendĂȘ-lo do que a mim explicĂĄ-lo; pois vocĂȘ Ă©, acredito, o mais belo exemplo da impermeabilidade feminina que se possa encontrar. https://www.youtube.com/watch?v=y0UUIsQ8hww Declamado por Roberto Bozzetti. BAUDELAIRE, Charles. Pequenos poemas em prosa. Trad. de AurĂ©lio Buarque de Holanda Ferreira.… Continue lendo “Os olhos dos pobres” – BAUDELAIRE

“O heroĂ­smo do presente” – Katia MURICY

Revista Tempo Social (USP), vol. 7 (1-2), outubro de 1995, pp. 31-44. RESUMO: Uma aproximação da histĂłria do presente de Michel Foucault da concepção de histĂłria de Walter Benjamin, a partir de suas anĂĄlises sobre a visĂŁo de modernidade como construção do tempo na obra de Baudelaire. Palavras-chave: Foucault, Benjamin, Baudelaire, HistĂłria, HistĂłria do presente, Tempo,… Continue lendo “O heroĂ­smo do presente” – Katia MURICY

“ThĂ©orie de la dĂ©cadence” – Paul BOURGET

Si une nuance trĂšs spĂ©ciale d’amour, si une nouvelle façon d’interprĂ©ter le pessimisme font dĂ©jĂ  de la tĂȘte de Baudelaire une curiositĂ© psychologique d’un ordre rare, ce qui lui donne une place Ă  part dans la littĂ©rature de notre Ă©poque, c’est qu’il a merveilleusement compris et presque hĂ©roĂŻquement exagĂ©rĂ© cette spĂ©cialitĂ© et cette nouveautĂ©. Il… Continue lendo “ThĂ©orie de la dĂ©cadence” – Paul BOURGET

“Spleen” de Baudelaire – LĂ©o FERRÉ đŸŽ¶

LĂ©o FerrĂ© chante Baudelaire (1967) Ă© um ĂĄlbum do cantautor francĂȘs, com poemas musicados de Baudelaire. FerrĂ© jĂĄ havia lançado ĂĄlbuns dedicados a outros poetas, como Les Chansons d'Aragon (1961), dedicado ao surrealista Louis Aragon, alĂ©m de Verlaine et Rimbaud (1964). LĂ©o FerrĂ© (1916-1993) foi um poeta anarquista, mĂșsico e cantautor francĂȘs. Na mĂșsica, tornou-se conhecido como compositor… Continue lendo “Spleen” de Baudelaire – LĂ©o FERRÉ đŸŽ¶

“Baudelaire: fragmentação e melancolia em meio Ă  multidĂŁo” – Joselaine Brodani MEDEIROS

Instrumento - Revista de Estudo e Pesquisa em Educação, v. 11, n. 1, jan./jun. 2009 Resumo: Charles Baudelaire pode ser considerado o poeta das cidades e da modernidade. Viu e sentiu o progresso na França do sĂ©culo XIX e foi um revolucionĂĄrio para o seu tempo. A cidade e suas galerias infinitas, com pessoas que… Continue lendo “Baudelaire: fragmentação e melancolia em meio Ă  multidĂŁo” – Joselaine Brodani MEDEIROS

“Saturnine Constellations: Melancholy in Literary History and in the Works of Baudelaire and Benjamin” – Kevin GODBOUT

A thesis submitted in partial fulfillment of the requirements for the Doctor of Philosophy degree in Comparative Literature, 2016. Supervisor: Călin Mihăilescu, The University of Western Ontario Abstract: Aristotle famously asked the question: why are extraordinary people so often melancholics? “Problem XXX,” written by Aristotle or one of his disciples, speculates that black bile, the… Continue lendo “Saturnine Constellations: Melancholy in Literary History and in the Works of Baudelaire and Benjamin” – Kevin GODBOUT