„Solo mediante el corazón sabemos que algo cambia”. En diálogo con Simona Constantinovici sobre Dicționarul de termeni cioranieni

Espacio M. Liliana Herrera A. 🇨🇴

Entrevista conducida en rumano, por Miguel Angel Gómez Mendoza (UTP), en el ámbito del Coloquio Internacional Liliana Herrera en torno a Cioran (15/10/2021). Versión portuguesa. Versión rumana.

Simona Constantinovici (1968-) es escritora y profesora de lexicología, lexicografía poética, estilística, semántica interpretativa y escritura creativa en la Facultad de Artes, Historia y Teología de la Universitatea de Vest din Timișoara. Es autora de 15 libros. Sus poemas y cuentos se han publicado en diversas antologías y colecciones literarias, en Rumanía y otros países. Ha ganado premios literarios por su variada producción literaria.

Miguel Angel Gómez Mendoza hizo sus estudios de pregrado en Filosofía e Historia en la Universidad “Babeș-Bolyai” de Cluj-Napoca, Rumania; tiene maestría en Estudios Ibéricos e Iberoamericanos por la Universidad “Michel de Montaigne” de Bordeaux, Francia (Diploma Superior de Investigación DSR), doctorado en Historia con énfasis en educación por la Universidad Sorbona Nueva-Paris III, y posdoctorado en…

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Diccionario de términos en las obras en lengua rumana de Emil Cioran (palabra acompañante) – Simona Constantinovici

Espacio M. Liliana Herrera A. 🇨🇴

“La enfermedad de un hombre se mide
según la frecuencia de la palabra <<vida>> en su vocabulario”

Emil Cioran, El ocaso del pensamiento

Simona Constantinovici (1968-) es escritora y profesora de lexicología, lexicografía poética, estilística, semántica interpretativa y escritura creativa en la Facultad de Artes, Historia y Teología de la Universitatea de Vest din Timișoara. Es autora de 15 libros. Sus poemas y cuentos se han publicado en diversas antologías y colecciones literarias, en Rumanía y otros países. Ha ganado premios literarios por su variada producción literaria.

La idea de concebir un diccionario que recoja la variedad del léxico cioraniano le pertenece al profesor Giovanni Rotiroti, de la Università degli Studi di Napoli „L’Orientale. Todo partió de hojear otro diccionario centrado sobre el léxico de un poeta rumano, Tudor Arghezi[1]. Tuve la idea de ofrecérselo, en la casa de un buen amigo, Ciprian Vălcan, con ocasión de una…

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Entrevista a Simona Constantinovici sobre el Diccionario de términos cioranianos 🇷🇴

"Solo a través del corazón sabemos que algo ha cambiado": en diálogo con Simona Constantinovici, coordinadora del Diccionario de términos cioranianos (Editura Universităţii de Vest/Criterion Editrice, 2020).“El Diccionario de términos cioranianos pretende ser una invitación a leer al filósofo de otra manera, a colocarlo en una luz que permita extraer los fascículos de la sustancia… Continue lendo Entrevista a Simona Constantinovici sobre el Diccionario de términos cioranianos 🇷🇴

Carlo Michelstaedter, um filósofo no “cume do desespero” – Gleiton Lentz (n.t.) Nota do Tradutor 🇧🇷

https://www.youtube.com/watch?v=yenb7b1yeQY&t=1s Uma aproximação entre o filósofo romeno e o filósofo italiano, destacando as coincidências biográficas e afinidades eletivas entre eles, em termos de estilo e de pensamento. Carlo Michelstaedter suicidou-se aos 23 anos, a mesma idade de Cioran ao escrever Nos Cumes do Desespero (1934); a defesa da tese de Michelstaedter sobre La persuasione e… Continue lendo Carlo Michelstaedter, um filósofo no “cume do desespero” – Gleiton Lentz (n.t.) Nota do Tradutor 🇧🇷

“Nostalgia”, de Mircea Cărtărescu, em língua japonesa

Foi recentemente publicado no Japão, graças ao notável tradutor Sumiya Haruya, Nostalgia, romance do escritor romeno Mircea Cărtărescu. Sumiya Haruya nasceu em 1931, na província de Gunma, em uma família de criadores de bicho-da-seda. Em 1953, graduou-se na Faculdade de Língua e Literatura Francesa da Universidade de Tóquio. Desde os anos 1970, Sumiya Haruya tem… Continue lendo “Nostalgia”, de Mircea Cărtărescu, em língua japonesa

Estética e Solidão na poesia de Gilda Vălcan – Ana Maria Haddad Baptista

Apresentação da obra poética de Gilda Vălcan e declamação de alguns de seus poemas pela professora Ana Maria Haddad Baptista, editora do volume 12 Poemas de Gilda Vălcan (Tesseractum, 2020). Com a participação especial da poeta, diretamente da Romênia. https://www.youtube.com/watch?v=yrHmdKq4_fs Nascida em 1973, em Galaţi, na Romênia, Gilda Vălcan é filósofa, poeta, ensaísta e professora… Continue lendo Estética e Solidão na poesia de Gilda Vălcan – Ana Maria Haddad Baptista

A vida em tradução: entrevista com Gleiton Lentz, editor da Revista (n.t.) Nota do Tradutor

Gleiton Lentz é tradutor e editor-chefe da revista (n.t.) Nota do Tradutor. Doutor em Literatura (UFSC/Università degli Studi di Firenze) e pós-doutor em Estudos da Tradução (PGET/UFSC), dedica-se à tradução da poesia simbolista italiana e hispano-americana e ao estudo da origem das escritas antigas e suas literaturas, incluindo a maia e a suméria.Para quem não… Continue lendo A vida em tradução: entrevista com Gleiton Lentz, editor da Revista (n.t.) Nota do Tradutor

Cioran e a Colômbia: entrevista de Liliana Herrera com Ciprian Vălcan e Ilinca Ilian

Entrevista publicada na versão espanhola (da Colômbia) do livro de entrevistas de Ciprian Vălcan, Cioran: un aventurier nemişcat [Cioran: un aventurero inmóvil], traduzido do romeno por Miguel Angel Gómez Mendoza. CIPRIAN VĂLCAN: Como você conheceu a obra de Cioran? LILIANA HERRERA: Descobri Cioran em 1979, quando era estudante de Filosofia e Letras na Universidade de… Continue lendo Cioran e a Colômbia: entrevista de Liliana Herrera com Ciprian Vălcan e Ilinca Ilian

“À tumba de Cioran” – Liliana Herrera

O guarda se equivocou ao dar a orientação da tumba de Cioran, dizendo "dez ao norte, cinco ao leste", porque na divisão do número 13 é preciso contar pelo menos dezoito tumbas ao norte, e nove ao leste, para encontrar a do filósofo. Pode-se ver então uma lápide cinza, limpa e brilhante, na qual estão… Continue lendo “À tumba de Cioran” – Liliana Herrera

“A secura de Deleuze” – Clément ROSSET

Revista Trágica: estudos de filosofia da imanência, Rio de Janeiro, v. 12, nº 2, p. 150-152, 2019 Um leitor de Diferença e Repetição declarava durante a leitura: “Tenho a impressão de comer um biscoito em que falta manteiga. Ele é excelente, mas seco”. Impressão frequente de secura ao ler Deleuze, e que não enfraquece com… Continue lendo “A secura de Deleuze” – Clément ROSSET