“Suportaria ficar mais um pouquinho?” Pró-suplício: a psicopatia sádica do Brasil bolsonarista

Via de regra, quem se diz "pró-vida" é, em verdade, um sádico pró-suplício: obriga a nascer e proíbe de morrer, quer torturar e fazer sofrer O movimento "pró-vida" é essencialmente dogmático-religioso. Sua persistência histérica em nossos tempos é um vestígio do velho clericlarismo remanescente na política secular moderna. Durante quase dois milênios, a Igreja manteve… Continue lendo “Suportaria ficar mais um pouquinho?” Pró-suplício: a psicopatia sádica do Brasil bolsonarista

“Y, a pesar de todo, ¿por qué no se suicidó Cioran?” – Ion VARTIC

A esta pregunta que, de un modo más o menos directo, se le formuló a Cioran en repetidas ocasiones, muchas de ellas no exentas de malicia, él respondió siempre que no se le había entendido bien. Nunca exhortó al suicidio ni hizo apología de este; de hecho, dijo todo lo contrario: que el pensamiento de… Continue lendo “Y, a pesar de todo, ¿por qué no se suicidó Cioran?” – Ion VARTIC

“Sufrimiento, suicidio y locura: una indagación desde las filosofías de Schopenhauer y Cioran” – Bianca de Petris CATTANEO

Mutatis Mutandis: Revista Internacional de Filosofía, núm. 16 (2021), pp. 27-36 Resumen: El presente artículo se busca destacar la importancia de la reflexión filosófica acerca del suicidio, sobre todo al momento de plantearselo como un acto capaz de redimirnos del sufrimiento inherente a la vida. Por esto es que se trata la reflexión sobre el… Continue lendo “Sufrimiento, suicidio y locura: una indagación desde las filosofías de Schopenhauer y Cioran” – Bianca de Petris CATTANEO

“Se te queres matar, por que não te queres matar?” – Fernando PESSOA

Poema declamado por Paulo Autran (1922-2007) https://www.youtube.com/watch?v=coCCJWHcmGU Se te queres matar, porque não te queres matar?Ah, aproveita! que eu, que tanto amo a morte e a vida,Se ousasse matar-me, também me mataria...Ah, se ousares, ousa!De que te serve o quadro sucessivo das imagens externasA que chamamos o mundo?A cinematografia das horas representadasPor actores de convenções… Continue lendo “Se te queres matar, por que não te queres matar?” – Fernando PESSOA

“O suicida: um viajante kafkiano” – Julio CABRERA

As condenações morais do suicídio – desde a de Schopenhauer, que o considera ilusão, até Wittgenstein, que o considera “o máximo pecado moral” – são lugares filosóficos muito estratégicos para aprender os mecanismos de constituição das Éticas afirmativas. [...] A abordagem kantiana do suicídio é extremamente pobre, do ponto de vista psicológico, como a totalidade… Continue lendo “O suicida: um viajante kafkiano” – Julio CABRERA

“O absurdo e o assassinato” – Albert CAMUS

Há crimes de paixão e crimes de lógica. O código penal distingue um do outro, bastante comodamente, pela premeditação. Estamos na época da premeditação e do crime perfeito. Nossos criminosos não são mais aquelas crianças desarmadas que invocavam a desculpa do amor. São, ao contrário, adultos, e seu álibi é irrefutável: a filosofia pode servir… Continue lendo “O absurdo e o assassinato” – Albert CAMUS

Coletânea “Literatura & Suicídio” – FECILCAM (2020)

Organizadores: por Willian André, Lara Luiza Oliveira Amaral e Gabriel Pinezi (Campo Mourão, FECILCAM, 2020). [PDF] Caro leitor, O presente e-book dá continuidade a uma série de iniciativas que temos fomentado com o intuito de consolidar os estudos brasileiros sobre o suicídio na literatura. Tanto no Brasil quanto em outros países, sempre foram realizadas pesquisas… Continue lendo Coletânea “Literatura & Suicídio” – FECILCAM (2020)

“Mário de Sá-Carneiro (1890-1916)”: homenagem de Fernando PESSOA

Quando Antero de Quental suicidou-se, em 11 de setembro de 1891, Mário de Sá-Carneiro tinha apenas um ano e cinco meses de idade, de modo que aquele gesto radical, considerado lendário no mundo literário português, não chegou a marcá-lo diretamente. Em compensação, quando o seu melhor amigo, Tomás Cabreira Júnior, com quem escrevera a peça… Continue lendo “Mário de Sá-Carneiro (1890-1916)”: homenagem de Fernando PESSOA

“O absurdo e o suicídio” – CAMUS

Só existe um problema filosófico realmente sério: o suicídio. Julgar se a vida vale ou não vale a pena ser vivida é responder à pergunta fundamental da filosofia. O resto, se o mundo tem três dimensões, se o espírito tem nove ou doze categorias, vem depois. Trata-se de jogos; é preciso primeiro responder. E se… Continue lendo “O absurdo e o suicídio” – CAMUS

“Em busca da negatividade perdida: considerações sobre o papel dos ‘especialistas do suicídio’ e a tarefa da crítica literária” – Rodolfo Rorato LONDERO

Em seus Silogismos da amargura, Cioran apresenta o seguinte argumento: “Os românticos foram os últimos especialistas do suicídio. Desde então se improvisa… Para melhorar sua qualidade precisamosde um novo mal do século” (Cioran 2011a: 15). Na verdade, como mostra Han (2015), neste começo do século XXI, já temos uma infinidade de “doenças neuronais” que garante… Continue lendo “Em busca da negatividade perdida: considerações sobre o papel dos ‘especialistas do suicídio’ e a tarefa da crítica literária” – Rodolfo Rorato LONDERO