“Aniquilação”, ou da Anti-Natureza – Rodrigo MENEZES

Revista Trágica: estudos de filosofia da imanência, Rio de Janeiro, v. 12, nº 2, p. 80-104, 2019. RESUMO: Trata-se de analisar o filme “Aniquilação” (2018) à luz da filosofia trágica de Clément Rosset (1939-2018), particularmente seu livro de 1973, A anti-natureza. Trata-se, ao mesmo tempo, de uma homenagem ao filósofo, que faleceu semanas após o… Continue lendo “Aniquilação”, ou da Anti-Natureza – Rodrigo MENEZES

“Annihilation, or the anti-nature” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Revista Saeculum, Universitatea "Lucian Blaga", Sibiu, anul XVII (XIX), no. 1/45 (2018), p. 51-70. [PDF] Abstract: This paper undertakes a philosophical analysis of the original motion picture “Annihilation” (2018) in light of Clément Rosset’s tragic philosophy, namely his 1973 book, L’anti-nature. It is all at once an homage to the philosopher who passed away just… Continue lendo “Annihilation, or the anti-nature” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Mas, Cioran, atman ou anatman? Eis a questão…” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

"A vida é o lugar de minhas paixões: tudo o que arranco da indiferença, restituo-lhe quase imediatamente. Não é esse o procedimento dos santos: escolhem de uma vez por todas. Vivo para desprender-me de tudo o que amo; eles, para embevecer-se com um só objeto; eu saboreio a eternidade, eles se abismam nela." Breviário de… Continue lendo “Mas, Cioran, atman ou anatman? Eis a questão…” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“De inutensílios e dessantidades: a palavra poética em Manoel de Barros e Cioran” – Rodrigo MENEZES

Ninguém é pai de um poema sem morrer.Manoel de Barros Se leio um livro e ele torna o meu corpo tão frio que nenhum fogo seria jamais capaz de me aquecer, eu sei que aquilo é poesia. Se eu sinto, fisicamente, como se o topo de minha cabeça tivesse sido arrancado, eu sei que aquilo é poesia.Emily Dickinson CIORAN NÃO TEVE a oportunidade de conhecer este gigante, e… Continue lendo “De inutensílios e dessantidades: a palavra poética em Manoel de Barros e Cioran” – Rodrigo MENEZES