Carlo Michelstaedter, um filósofo no “cume do desespero” – Gleiton Lentz (n.t.) Nota do Tradutor 🇧🇷

https://www.youtube.com/watch?v=yenb7b1yeQY&t=1s Uma aproximação entre o filósofo romeno e o filósofo italiano, destacando as coincidências biográficas e afinidades eletivas entre eles, em termos de estilo e de pensamento. Carlo Michelstaedter suicidou-se aos 23 anos, a mesma idade de Cioran ao escrever Nos Cumes do Desespero (1934); a defesa da tese de Michelstaedter sobre La persuasione e… Continue lendo Carlo Michelstaedter, um filósofo no “cume do desespero” – Gleiton Lentz (n.t.) Nota do Tradutor ðŸ‡§ðŸ‡·

E.M. Cioran, Jonathan Swift e o “grotesco cor-de-rosa”: entrevista com Paolo Vanini 🇮🇹

Paolo Vanini é professor adjunto de história da filosofia na Universidade de Trento, onde também integra um projeto de pesquisa dedicado a Cioran. Atualmente se ocupa da relação entre utopia, ceticismo e humorismo entre o Renascimento e o século XX. Tem publicado artigos sobre autores como Thomas Morus, Erasmo de Rotterdam, Jonathan Swift, Pirandello e… Continue lendo E.M. Cioran, Jonathan Swift e o “grotesco cor-de-rosa”: entrevista com Paolo Vanini ðŸ‡®ðŸ‡¹

“Estamos nos tornando uma teocracia”: entrevista com Harold BLOOM

Folha de S. Paulo, 24/09/2005 "Creio que sou religioso, mas de um modo herético. Acho que em algum lugar, além deste reino, além do nosso cosmo, haja um sonho em exílio, um princípio divino, e acho que há um fragmento disso em cada ser humano, mas este se acha enterrado tão fundo, tão oculto no… Continue lendo “Estamos nos tornando uma teocracia”: entrevista com Harold BLOOM

Sobre a M̼sica no MVR РArthur SCHOPENHAUER

De fato, embora se possa dizer que a lógica está para o pensamento racional como o baixo fundamental para a música, e, também, em termos menos precisos, que a ética está para a virtude como a estética para a arte, tem-se de notar, em contrapartida, que nunca um artista veio a sê-lo pelo estudo da… Continue lendo Sobre a Música no MVR – Arthur SCHOPENHAUER

“O princípio de incerteza” – Clément ROSSET

“A necessidade de uma fé forte não é prova de fé forte, é, isso sim, o contrário. Se alguém tem essa fé, pode permitir-se o luxo do ceticismo.”Nietzsche, O Crepúsculo dos ídolos Montaigne sugere, em uma passagem da Apologia de Raimond Sebond, uma definição da verdade filosófica tão desconcertante quanto pertinente: “Duvido que Epicuro, Platão… Continue lendo “O princípio de incerteza” – Clément ROSSET

“A democracia criminosa” – Jacques Rancière

Folha de S. Paulo, Caderno Mais!, 28 de março de 2004 Há alguns meses apareceu na França um livro de título intrigante: "As Tendências Criminosas da Europa Democrática" ["Les Penchants Criminels de l'Europe Démocratique", ed. Verdier]. O autor, Jean-Claude Milner, não deixava os leitores ignorarem por muito tempo de qual crime a democracia era, segundo… Continue lendo “A democracia criminosa” – Jacques Rancière

Como o “mundo verdadeiro” se tornou finalmente fábula – Friedrich NIETZSCHE

História de um erro O mundo verdadeiro, alcançável para o sábio, o devoto, o virtuoso — ele vive nele, ele é ele.(A mais velha forma da idéia, relativamente sagaz, simples, convincente. Paráfrase da tese: “Eu, Platão, sou a verdade”.) 2. O verdadeiro mundo, inalcançável no momento, mas prometido para o sábio, o devoto, o virtuoso… Continue lendo Como o “mundo verdadeiro” se tornou finalmente fábula – Friedrich NIETZSCHE

Aforismos & textos comentados: “Adeus à filosofia”

Em homenagem ao aniversário de 25 anos do falecimento do filósofo (8 de abril de 1911 - 20 de junho de 1995) https://www.youtube.com/watch?v=l1J5R6_5wvE Trata-se de uma leitura aprofundada e expandida, crítica e comentada, do texto de Cioran intitulado “Adeus à filosofia”, parte integrante do Breviário de decomposição, seu primeiro livro escrito em francês, uma vez… Continue lendo Aforismos & textos comentados: “Adeus à filosofia”

Chestov sobre Spinoza e Dostoiévski

Dostoievsky não era um historiador; não era obrigado a acreditar que tudo o que começa aqui tem de acabar cá. Lembramo-nos que ele procurava realizar o que lhe era mais caro, o seu capricho, na segunda dimensão do tempo, fora da história. Lá, julgava ele, a parede deixa de ser uma parede, «dois vezes dois… Continue lendo Chestov sobre Spinoza e Dostoiévski

« Ignore-toi toi-même » : entretien avec Clément Rosset

Alexandre Lacroix : Vous vous méfiez d’une maxime qui passe pourtant pour une pierre angulaire de la sagesse : « Connais-toi toi-même. » Pourquoi considérez-vous qu’elle nous engage sur une mauvaise voie, dans une recherche stérile ? Clément Rosset : Rappelons pour commencer que la formule « Connais-toi toi-même » n’est pas de Socrate, comme Platon contribue à nous le faire croire dans… Continue lendo « Ignore-toi toi-même » : entretien avec Clément Rosset