“Cioran, Plotino e a gnose” – Jérôme LAURENT

In: TACOU, L .; PIEDNOIR, V. (eds.), Cahier L’Herne Cioran. Paris: L’Herne, 2009, p. 264-270. [PDF]  “Ninguém é mais religioso do que eu. Nem menos. Estou mais perto e mais longe do Absoluto do que qualquer um”, escreveu Cioran em seus Cahiers, em 1966. Pode-se dizer que ninguém foi, no século XX, mais gnóstico do… Continue lendo “Cioran, Plotino e a gnose” – Jérôme LAURENT

“O fim da teoria” – Byung-Chul HAN

Numa carta endereçada a sua mulher, escreve Martin Heidegger: “O outro, inseparável do amor a ti e, de outro modo, inseparável do meu pensamento, é difícil de dizer. Chamo-o de Eros, o mais antigo dos deuses, segundo a palavra de Parmênides. O bater as asas daquele deus toca-me cada vez que no pensamento dou um… Continue lendo “O fim da teoria” – Byung-Chul HAN

“O ensaio como forma” – Theodor W. ADORNO

Destinado a ver o iluminado, não a luz.GOETHE, Pandora Que o ensaio, na Alemanha, esteja difamado como um produto bastardo; que sua forma careça de uma tradição convincente; que suas demandas enfáticas só tenham sido satisfeitas de modo intermitente, tudo isso já foi dito e repreendido o bastante. “A forma do ensaio ainda não conseguiu… Continue lendo “O ensaio como forma” – Theodor W. ADORNO

Conversas sobre neoplatonismo – Dominic O’MEARA

Dominic O'Meara é professor aposentado da Université de Fribourg. https://www.youtube.com/watch?v=n_plDQW2rlg

“O Filósofo confrontado com a (i)mortalidade da alma – uma análise do Fédon à luz da hermenêutica de Gadamer” – Rodrigo MENEZES

Enquanto preparavam a cicuta, aprendia Sócrates uma canção na flauta. “Para que te servirás? lhe perguntaram.” “Para sabê-la antes de morrer.” Ouso recordar esta resposta que os manuais banalizaram, pois que ela me parece a única justificação séria da vontade de conhecer, que se dá até mesmo às portas da morte ou em outro momento… Continue lendo “O Filósofo confrontado com a (i)mortalidade da alma – uma análise do Fédon à luz da hermenêutica de Gadamer” – Rodrigo MENEZES

“Sofística, performance, performativo” – Barbara CASSIN

ANAIS DE FILOSOFIA CLÁSSICA, vol. 3 nº 6, 2009 / tradução publicada em vol. 10 nº 20, 2016 RESUMO: “Como fazer coisas com palavras”, pergunta Austin. De certa forma, a sofística ou o discurso sofístico é o paradigma de um discurso que faz coisas com palavras. Não se trata, certamente, de uma simples ação “retórica”… Continue lendo “Sofística, performance, performativo” – Barbara CASSIN

“Sophistique, performance, performatif” – Barbara CASSIN

Anais de Filosofia Clássica - Revista do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da UFRJ, vol. 3, n. 6, 2009 Resumo: “Como fazer coisas com palavras”, pergunta Austin. De certa forma, a sofística ou o discurso sofístico é o paradigma de um discurso que faz coisas com palavras. Não se trata, certamente, de uma simples ação… Continue lendo “Sophistique, performance, performatif” – Barbara CASSIN

“O acontecimento do amor: ensaio para a recolocação da essência do amor humano” – Dax MORAES

Livro em formato eletrônico [PDF]. Porto Alegre: Editora da UFCSPA, 2020. O presente livro, originalmente, consistia no elemento principal da obra concebida sob o título Solidão em tempo de multidão: por uma filosofia do amor, que logo de início se fez preceder por uma primeira parte, recentemente publicada como História filosófica do amor: ensaio para… Continue lendo “O acontecimento do amor: ensaio para a recolocação da essência do amor humano” – Dax MORAES

“Aprimoramento do ser humano: notas filosóficas sobre o problema da diferença antropológica” – Peter SLOTERDIJK

A antropologia filosófica também nos ensinou que o ser humano é exatamente aquele ser que não possui atributos além daqueles que ele mesmo se atribui. O conceito da antropotécnica não designa outra coisa senão o fato de que nenhum homo sapiens caiu do céu, que essa criatura só pode ser obtida por meio de efeitos… Continue lendo “Aprimoramento do ser humano: notas filosóficas sobre o problema da diferença antropológica” – Peter SLOTERDIJK

Carlo Michelstaedter, um filósofo no “cume do desespero” – Gleiton Lentz (n.t.) Nota do Tradutor 🇧🇷

https://www.youtube.com/watch?v=yenb7b1yeQY&t=1s Uma aproximação entre o filósofo romeno e o filósofo italiano, destacando as coincidências biográficas e afinidades eletivas entre eles, em termos de estilo e de pensamento. Carlo Michelstaedter suicidou-se aos 23 anos, a mesma idade de Cioran ao escrever Nos Cumes do Desespero (1934); a defesa da tese de Michelstaedter sobre La persuasione e… Continue lendo Carlo Michelstaedter, um filósofo no “cume do desespero” – Gleiton Lentz (n.t.) Nota do Tradutor 🇧🇷