“O Anel de Giges: liçÔes de Ă©tica dos gregos aos nossos dias” – Eduardo GIANNETTI e Eduardo WOLF

Na era da Internet 4.0 e da transparĂȘncia total, dos hackers e da organização Anonymous, ninguĂ©m mais Ă© invisĂ­vel, ninguĂ©m mais pode agir levianamente na escuridĂŁo e sair impune. Sergio Moro e Deltan Dalagnoll que o digam. A fĂĄbula do anel de Giges – no segundo livro da RepĂșblica de PatĂŁo, em que um camponĂȘs… Continue lendo “O Anel de Giges: liçÔes de Ă©tica dos gregos aos nossos dias” – Eduardo GIANNETTI e Eduardo WOLF

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“O clinamen de Cioran”: uma perspectiva feminina muçulmana. Entrevista com Daria Lebedeva

DARIA LEBEDEVA Ă© ucraniana, nascida em Odessa, e vive atualmente na SuĂ©cia. Realizou seu doutorado no Instituto de Filosofia e Sociologia da Academia Polonesa de CiĂȘncias (VarsĂłvia), sob orientação de Agata Bielik-Robson, com uma tese sobre o filĂłsofo romeno de expressĂŁo francesa: Cioran’s clinamen: a case analysis of a philosophical influence (2012).[1] Trata-se de uma… Continue lendo “O clinamen de Cioran”: uma perspectiva feminina muçulmana. Entrevista com Daria Lebedeva

“Biblioteca Nacional homenageia Daniel Silveira e outros misĂłlogos bolsonaristas” | Portal E. M. Cioran News

Misologia (subst. fem.): Ăłdio ao pensamento, ao saber; aversĂŁo e inaptidĂŁo Ă  atividade racional, lĂłgico-argumentativa, dialĂ©tica. O termo remonta ao FĂ©don, diĂĄlogo de PlatĂŁo que tematiza as Ășltimas horas de SĂłcrates, antes de sua execução. A Biblioteca Nacional homenagear Daniel Silveira e outros bolsonaristas Ă© como a Igreja CatĂłlica homenagear ateus — se nĂŁo o… Continue lendo “Biblioteca Nacional homenageia Daniel Silveira e outros misĂłlogos bolsonaristas” | Portal E. M. Cioran News

“«O Livro das IlusĂ”es», de Cioran, lido por Mihail Sebastian: o estranho caso do «convalescente que aspira Ă  doença»” – Rodrigo MENEZES

De suas primeiras obras, ainda mal conhecidas entre nĂłs, sublinho O livro das ilusĂ”es (Cartea amăgirilor), a que daria o subtĂ­tulo de um de seus capĂ­tulos: Mozart e a melancolia dos anjos. Considero aquelas pĂĄginas uma fantasia para cordas, como se fosse o primo consanguĂ­neo de A origem da tragĂ©dia, nas grandes linhas melĂłdicas que unem e separam as… Continue lendo “«O Livro das IlusĂ”es», de Cioran, lido por Mihail Sebastian: o estranho caso do «convalescente que aspira Ă  doença»” – Rodrigo MENEZES

“Cioran, Plotino e a gnose” – JĂ©rĂŽme LAURENT

In: TACOU, L .; PIEDNOIR, V. (eds.), Cahier L’Herne Cioran. Paris: L’Herne, 2009, p. 264-270. [PDF]  “NinguĂ©m Ă© mais religioso do que eu. Nem menos. Estou mais perto e mais longe do Absoluto do que qualquer um”, escreveu Cioran em seus Cahiers, em 1966. Pode-se dizer que ninguĂ©m foi, no sĂ©culo XX, mais gnĂłstico do… Continue lendo “Cioran, Plotino e a gnose” – JĂ©rĂŽme LAURENT

“O fim da teoria” – Byung-Chul HAN

Numa carta endereçada a sua mulher, escreve Martin Heidegger: “O outro, inseparĂĄvel do amor a ti e, de outro modo, inseparĂĄvel do meu pensamento, Ă© difĂ­cil de dizer. Chamo-o de Eros, o mais antigo dos deuses, segundo a palavra de ParmĂȘnides. O bater as asas daquele deus toca-me cada vez que no pensamento dou um… Continue lendo “O fim da teoria” – Byung-Chul HAN

“O ensaio como forma” – Theodor W. ADORNO

Destinado a ver o iluminado, nĂŁo a luz.GOETHE, Pandora Que o ensaio, na Alemanha, esteja difamado como um produto bastardo; que sua forma careça de uma tradição convincente; que suas demandas enfĂĄticas sĂł tenham sido satisfeitas de modo intermitente, tudo isso jĂĄ foi dito e repreendido o bastante. “A forma do ensaio ainda nĂŁo conseguiu… Continue lendo “O ensaio como forma” – Theodor W. ADORNO

Conversas sobre neoplatonismo – Dominic O’MEARA

Dominic O'Meara é professor aposentado da Université de Fribourg. https://www.youtube.com/watch?v=n_plDQW2rlg

“O FilĂłsofo confrontado com a (i)mortalidade da alma – uma anĂĄlise do FĂ©don Ă  luz da hermenĂȘutica de Gadamer” – Rodrigo MENEZES

Enquanto preparavam a cicuta, aprendia SĂłcrates uma canção na flauta. “Para que te servirĂĄs? lhe perguntaram.” “Para sabĂȘ-la antes de morrer.” Ouso recordar esta resposta que os manuais banalizaram, pois que ela me parece a Ășnica justificação sĂ©ria da vontade de conhecer, que se dĂĄ atĂ© mesmo Ă s portas da morte ou em outro momento… Continue lendo “O FilĂłsofo confrontado com a (i)mortalidade da alma – uma anĂĄlise do FĂ©don Ă  luz da hermenĂȘutica de Gadamer” – Rodrigo MENEZES

“SofĂ­stica, performance, performativo” – Barbara CASSIN

ANAIS DE FILOSOFIA CLÁSSICA, vol. 3 nÂș 6, 2009 / tradução publicada em vol. 10 nÂș 20, 2016 RESUMO: “Como fazer coisas com palavras”, pergunta Austin. De certa forma, a sofĂ­stica ou o discurso sofĂ­stico Ă© o paradigma de um discurso que faz coisas com palavras. NĂŁo se trata, certamente, de uma simples ação “retĂłrica”… Continue lendo “SofĂ­stica, performance, performativo” – Barbara CASSIN